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A jornalista Flávia Lima, de 47 anos, moradora de Portugal, sente falta  da aproximação com as pessoas. "O pior na pandemia é a falta de contato. Nasci no Rio de Janeiro, temos aquela coisa de beijar, abraçar". 

Já a brasileira que mora em Israel, Thaís Santos Pompeu, fica chateada porque não pode admirar o mar. "Vejo essa pandemia não como uma coisa ruim. Por um lado, é algo bom para a humanidade, porque o mundo estava muito acelerado e as pessoas não tinham tempo para nada", contou Thaís. 

Ana Flávia Carneiro, de 37, gerente de operações de um escritório de arquitetura em Manhattan, Nova York, tenta manter uma rotina. "Acordo cedo, tento trabalhar o dia todo, no meu escritório, graças a Deus, temos muita coisa para fazer. Uso meu tempo livre para ler, faço tricô, saio para andar de bicicleta."

Já a psicóloga Rafaela Pinto, 27 anos, está na Bélgica e diz que ficar longe da família é muito ruim. "Parece que a saudade aumenta, acompanhada do medo de que algo possa acontecer e eu não estarei perto para auxiliar".

Enquanto a pandemia do coronavírus se expande no país, há vários brasileiros ao redor mundo que também vivem um clima de insegurança e apreensão. Diferentes países adotaram medidas fortes de restrição  para combater o avanço do vírus. Para saber como algumas pessoas estão encarando a Covid-19, O Dia reuniu depoimentos da vida sob quarentena.

 

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