Cristiane Brasil é pré-candidata à Prefeitura do Rio pelo PTB - Assessoria
Cristiane Brasil é pré-candidata à Prefeitura do Rio pelo PTBAssessoria
Por O Dia
Cristiane Brasil, advogada e pré-candidata à Prefeitura do Rio pelo PTB:
O Rio de Janeiro foi “cancelado”

O Rio muitas vezes é boicotado por parte da mídia ao ser associado somente à violência e à corrupção. Agora foi “cancelado” por investidores e brasileiros em geral. Mas não foi por fake news, foi pela falta de um prefeito preparado. Eu já fui “cancelada” por emitir opinião. Em um vídeo com amigos e familiares. Emitir opinião pode “cancelar” celebridades, políticos, marcas e pessoas comuns, e gerar inúmeros prejuízos: reputacionais, emocionais e financeiros.
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Porém, emitir opinião e fake news são coisas distintas. O combate às fake news é necessário, mas é preciso reconhecer que elas já eram praticadas pela imprensa tradicional ao manipular falas e fatos. Fui vítima disso. Sua crise atual é, em parte, fruto do ódio e das “meias verdades” que ela difundiu.

Mas agora, além do cancelamento, opinar também pode causar perseguição jurídica.
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O STF, ao invés de defender a liberdade de expressão, criminaliza pessoas por emitirem opiniões. O “PL das Fake News” agrava a crise social, pois o medo da repressão diminui o diálogo democrático; agrava a crise institucional, pois leva à judicialização da comunicação política; e agrava a crise econômica, pois o aumento dos processos gastará recursos públicos importantes – que poderiam ser empregados para educar o cidadão no uso saudável das redes sociais.
Paulo Messina, ex-secretário da Casa Civil da Prefeitura e pré-candidato à Prefeitura do Rio pelo MDB:
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Deputado Paulo Messina - Divulgação
O Carioca merece ter orgulho do Rio

Onde falta ordem, falta tudo. O Carioca sofre na pele os problemas da saúde, transportes, emprego. Não por acaso, pesquisas mostram que sete a cada dez cariocas sonham em sair daqui. É muito duro ouvir isso, e esse clima já começa a afetar a própria essência do Carioca.

Somos o Rio de gente feliz, acolhedora, trabalhadora. De grandes profissionais, artistas e uma juventude ávida por construir um futuro melhor. Nossa Cultura criou a identidade brasileira. Então, como ficamos quebrados, sem perspectiva?

A Prefeitura passou pelas mãos de muitos, todos dos mesmos grupos políticos, não raramente envolvidos com escândalos de corrupção. Quando o Carioca optou por colocar um fim a essa linhagem, apostando em alguém fora desse grupo, descobriu na absoluta incompetência um mal tão terrível quanto a corrupção.

"E agora, Carioca?". Felizmente o Carioca é como José, de Drummond. É duro! Mesmo no escuro, ele marcha! Sete em cada dez cariocas sonham em sair. Mas não saem. Porque ainda têm esperança. Sabem que o Rio é nossa casa e querem recuperá-la. O Carioca sabe o que quer e, hoje, mais do nunca, sabe o que não quer: quem só olhe para seu grupo, seja político ou religioso. Precisamos de esperança, não só para aqueles que pensam em se mudar, mas para trazer de volta quem foi embora... e está sonhando em voltar.
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Fred Luz, ex-diretor Geral do Flamengo e pré-candidato à Prefeitura do Rio pelo Novo:
POLITICA - Na foto o pre candidato a Prefeitura do Rio, Fred Luz - Partido Novo. Foto: Daniel Castelo Branco / Agencia O Dia - Daniel Castelo Branco
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Choque de gestão e tolerância zero com a corrupção
O Rio é o cartão postal do Brasil, mas os últimos prefeitos transformaram nossa cidade em uma bagunça! O maior problema ainda é a Saúde, e a corrupção é a maior doença desse problema. Bilhões foram desviados na última década e o resultado quem sofre são os mais pobres, que mais precisam dos serviços públicos.
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Além disso, o Rio vem perdendo empresas por causa da burocracia e dificuldades que são criadas para, depois, vender facilidades. O ensino nas escolas é pior que em cidades do Ceará, Espírito Santo e até Piauí. Apesar do gasto da prefeitura do Rio ser maior que a média no Brasil. Os mesmos políticos de sempre não resolvem os problemas pois se beneficiam dessa bagunça que criaram. Esse é o ciclo vicioso da política. Continuar com essa experiência é aventura ou loucura?
Sou do partido NOVO, o único que não usa dinheiro público pra fazer campanha, que faz seleção de seus candidatos, não aceita o toma-lá-dá-cá de cargos e recursos. Com choque de gestão, tolerância zero com a corrupção e foco em resultados, é possível sair do ciclo vicioso da política, de quem só pensa em eleição, para um ciclo virtuoso de crescimento, melhora dos serviços e geração de empregos. Foi o que pratiquei em mais de 30 anos de experiência em gestão, com excelentes resultados. É o que proponho para o Rio.