Candidata pelo PSC à Prefeitura do Rio, Glória Heloiza é ex-juíza - Reprodução
Candidata pelo PSC à Prefeitura do Rio, Glória Heloiza é ex-juízaReprodução
Por O Dia
Glória Heloiza, ex-juíza e pré-candidata à Prefeitura do Rio pelo PSC:
Um Rio melhor com emprego, renda e serviços eficientes
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Reerguer a economia será o principal desafio do Rio no pós-pandemia e estimular o empreendedorismo, principalmente na população de renda média e baixa, será uma saída para gerar emprego, renda e estimular o consumo, dando esperança a milhares de famílias.

Sem dinheiro, a gestão pública precisará ser criativa para trazer investimentos e parcerias com o setor privado, especialmente no turismo, nossa grande vocação.

O carioca quer uma Prefeitura que faça sua parte na segurança: que seja parceira das polícias, valorize a Guarda Municipal, combata a ocupação irregular e garanta a ordem pública.

Na saúde, na educação e no transporte, não tem o que inventar, basta fazer o básico: hospital tem que ter remédio, exame, leito e médico; escola precisa de professor, estrutura decente e internet boa; andar pela pela cidade não pode ser um tormento.

Todos querem um Rio mais humano, que proteja crianças, jovens e idosos, mulheres vítimas da violência, quem vive nas ruas ou nas favelas. Nada disso será possível sem o servidor público.

Nascida e criada em Jacarepaguá, filha de mestre de obras e costureira, tenho história própria, a companhia de Deus e muita coragem. Fui juíza por 23 anos e pedi demissão para entrar na política. Nossa cidade não pode mais ser refém do medo, nem nas ruas, nem nas urnas. O Rio merece voltar a sorrir.
Rodrigo Amorim, deputado estadual e pré-candidato à Prefeitura do Rio pelo PSL:
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Pós-pandemia e restauração da ordem, desafios do Rio
A pandemia mundial do coronavírus criou nova meta para os gestores públicos no mundo inteiro: conciliar cuidado com vidas humanas e retomada da atividade econômica. Não há dúvida de que as perdas exigirão obstinação de todos os brasileiros. E particularmente, mais força, de nós, do Rio. Somos uma cidade cosmopolita e que depende, sim, de eventos e interação social.
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Nossa economia tem no turismo um de seus alicerces. A reedificação do Rio não se trata apenas de enfrentar a perda de arrecadação e a paralisação de setores produtivos; a primeira preocupação é gerar empregos em todos os setores, algo que impacta a vida de milhares de famílias. Não é momento de falsas
promessas, mas de coragem e austeridade para fazer a cidade se reerguer.

Sendo assim, a partir de 1º de janeiro de 2021, precisamos de uma Liderança que seja capaz de conduzir os cariocas a uma grande retomada. O futuro prefeito precisa implantar desde o primeiro dia um programa de incentivos à economia. E transformar a Guarda Municipal em Polícia Municipal, integrada às forças de segurança, sobretudo à PM e aos programas Segurança Presente, para criar as Áreas de Crime Zero no município – onde a criminalidade será zerada em duas semanas. A cidade não pode esperar. Temos que conseguir, no amor ou na dor. Mais do que precisar, o Rio quer ordem.
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Renata Souza, deputada estadual e pré-candidata à Prefeitura do Rio pelo PSOL:
Um Rio de vida e esperança para os cariocas

O Rio de Janeiro precisa de uma prefeitura do bem viver, comprometida com a vida e a superação das desigualdades sociais. A pandemia do Coronavírus escancara as desigualdades e a falta de compromisso, por parte dos governos federal, estadual e municipal, com a vida da população. A crise econômica que afeta a cidade, e que no pós-pandemia se acirrará, exige uma prefeitura que efetive um plano de recuperação do Rio.

Na gestão de Crivella, que prometeu “cuidar das pessoas”, o carioca sentiu na pele seu descaso. As demissões na Saúde são desumanas. A flexibilização do isolamento, à “toque de caixa” e sem planejamento, ameaça a sobrevivência dos cariocas. Voltando um pouco mais no tempo, quando o ex-prefeito Paes experimentou as chamadas “vacas gordas”, o Rio se tornou uma das cidades mais caras do mundo para se viver, do preço do aluguel ao valor da passagem de ônibus. As parcerias público-privadas prejudicaram a qualidade dos serviços e oneraram os cofres públicos.

Não podemos insistir em erros. Uma cidade menos desigual para a maioria é uma cidade boa para todos. Os bairros do subúrbio e da favela precisam ser integrantes da cidade. Com as mulheres tendo creches para seus filhos, saúde preventiva. A juventude negra tendo acesso a emprego e renda. Vamos reduzir as desigualdades para recuperar o Rio. Com emprego, alegria, esperança, brilho nos olhos e bem estar para toda sua população. Um Rio feito de gente.