Portal Procurados pede informações sobre envolvidos na morte de PM em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio - Divulgação / Portal dos Procurados
Portal Procurados pede informações sobre envolvidos na morte de PM em Campo Grande, na Zona Oeste do RioDivulgação / Portal dos Procurados
Por O Dia
Rio - O Portal dos Procurados divulgou, na última sexta-feira, um cartaz para ajudar a Delegacia de Homicídios da Capital (DH) e ao Grupo de Pronta Resposta da Coordenadoria de Inteligência da PM (GPRI) com informações que possam identificar e levar a prisão dos envolvidos na morte do cabo da Polícia Militar, Francis Nascimento da Cruz, de 39 anos.
O militar foi encontrado ferido, no interior de um veiculo que estava na Estrada do Pedregoso, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, na manhã da última quinta-feira, com um tiro na cabeça. Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em estado grave, mas na tarde desta sexta, não resistiu e morreu.
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Francis era lotado no Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e entrou na corporação em setembro de 2009. O militar deixa uma esposa grávida e um filho. Em nota o comando do Bope afirma estar prestando todo apoio à família do policial.
O corpo do policial será sepultado às 15h30 desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência. O velório será a partir das 9h. 
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Com a morte do cabo Francis, chega a 39 o número de agentes de segurança pública assassinados no Rio em 2020, sendo 30 da Polícia Militar, um da Polícia Federal, dois do Corpo de Bombeiros, dois da Polícia Civil, dois da Marinha do Brasil, e dois da Polícia Penal da SEAP.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização dos assassinos do agente de segurança,denunciar pelos seguintes canais:
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- Whatsapp Portal dos Procurados (21) 98849-6099;
- Pela mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177;
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- Pelo aplicativo Disque Denúncia;  
- Pelo Facebook/(inbox),
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Todas as denúncias sobre o caso serão encaminhadas ao Grupo de Ação Conjunta (GAC) - formado pelo Núcleo de Investigação de Morte de Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (NIMP) e o Grupo de Pronta Resposta da Coordenadoria de Inteligência da PMERJ (GPRI) encarregadas do caso e que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de agentes de segurança. O anonimato é garantido.