Caso é investigado pela delegacia de Guapimirim - Reprodução / Google Street View
Caso é investigado pela delegacia de GuapimirimReprodução / Google Street View
Por Carolina Freitas
Rio - O subtenente da Polícia Militar, que foi dopado e roubado na madrugada desta quinta-feira em Guapimirim, na Baixada Fluminense, não compareceu para prestar depoimento na 67ª DP (Guapimirim). A distrital esperava ouvir o policial nesta sexta-feira, às 15h. 
De acordo com a delegada Isabelle Conti, responsável pela investigação, o depoimento foi reagendado para a próxima terça-feira. Conti quer informações mais precisas para avançar na elucidação do caso. 
Publicidade
Na quinta-feira, o policial, que é lotado no 20° BPM (Mesquita), prestou um depoimento e relatou que uma mulher conseguiu seu telefone e entrou em contato com ele pelo WhatsApp. Ela se apresentou como Aline e teria mostrado interesse nele, que a convidou para ir até sua casa, na Rua Central, no bairro Parque Fleixal.
Ainda segundo o relatado pelo PM, a mulher aceitou o convite e chegou à sua residência por volta das 22h de ontem. Os dois começaram a beber e conversar, quando ele se sentiu tonto e desmaiou.
O subtenente contou ainda que foi acordado por volta das 4h de hoje por vizinhos, porque seu quintal estava pegando fogo. Ele procurou pela mulher, mas não a encontrou. Foi quando sentiu falta de alguns objetos em sua casa: sua pistola, uma Taurus 938, um notebook, uma câmera digital e dois celulares.
Publicidade
O PM, então, chamou por colegas do 34º BPM (Magé), que foram até seu endereço. Ele foi levado para a a 67ª DP (Guapimirim) para registrar o caso.