Candidato à Prefeitura do Rio pelo Novo, Fred Luz, em live - Divulgação
Candidato à Prefeitura do Rio pelo Novo, Fred Luz, em liveDivulgação
Por O Dia
A questão da segurança e o papel de um prefeito no combate à violência foi o tema da terceira live da série “Programa Sou Fred Luz”, apresentada diariamente ao meio-dia, com a participação do humorista Cláudio Manoel.
O tema sobre o domínio das milícias em mais da metade do território do município abriu o debate da live. “A milícia se infiltrou não apenas no território carioca, mas na política, nos governos e até no tribunal de contas. O ex-prefeito Cesar Maia apoiava a milícia em Rio das Pedras por considerar que fosse combater o tráfico de drogas. Eduardo Paes já defendeu a polícia mineira. Martha Rocha votou em Domingos Brazão para o Tribunal de Contas do Estado”, afirmou o candidato.

Cláudio Manoel explicou a forma de atuação da milícia no Rio. “O Rio é a capital mundial do fuzil. As milícias aqui se dividem em facções, o que leva a confrontos que matam e ferem gente inocente. Eles exploram atividades econômicas e cooptam agentes do Estado”.

Para esclarecer a dúvida dos internautas, Fred explicou o que um prefeito pode fazer com relação à questão das milícias e dos problemas de falta de segurança. “O prefeito se coloca como responsável pela representação dos cariocas. Ele é o líder político endossado por eles. Todos os prefeitos que tivemos até agora se omitiram sobre este tema. Se 55% dos impostos pagos pela população carioca vão para o governo federal, temos que exigir que a União trabalhe junto com o governo estadual e Prefeitura”, respondeu Fred Luz.

Pela proposta de Fred Luz, tudo começa pela implementação de um plano de segurança integrado, com uso da inteligência, envolvendo as ações do Governo Federal (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Forças Armadas), do Governo do Estado (polícias Civil e Militar), da Prefeitura (Guarda Municipal), e todas as iniciativas relacionadas ao ordenamento público. “O problema da segurança começa a ser resolvido pela inteligência, não pela violência. A segurança afeta a qualidade de vida dos cariocas e dos visitantes da cidade. Afeta a atividade econômica, o turismo, a realização de eventos, a atração de empresas para gerar empregos, trabalho e futuro para todos nós”, lembrou.