Publicado 10/12/2020 10:29
Rio - A Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, decidiu centralizar o primeiro atendimento a casos de covid-19 no Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, desativando o serviço de pronto atendimento para esses pacientes no Hospital Adão Pereira Nunes (HEAPN), como uma medida preventiva, isolando os casos de trauma, ortopedia e maternidade de alto risco da unidade saúde do contágio pelo coronavírus.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Caxias, o objetivo é otimizar os leitos clínicos e de CTI do hospital, especializado em casos de alta complexidade, ao mesmo tempo em que se mantém a segurança dos pacientes.
Ainda segundo a pasta, o remanejamento só é possível porque a rede municipal de saúde conta com 178 leitos exclusivos para covid-19 e 75 leitos de retaguarda, em toda a cidade, que garantem que nenhum paciente fique desassistido.
A prefeitura informou, ainda, que mantém ambulâncias no HEAPN, preparadas para conduzir pacientes suspeitos de covid-19 para as unidades de saúde que prestam serviço de retaguarda, entre elas seis unidades pré-hospitalares, para as UPAs Beira Mar, Sarapui e Parque Lafaiete, situadas no município, além dos leitos no Hospital Municipal Dr Moacyr Rodrigues do Carmo (HMMRC) e no Hospital Municipal São José.
A prefeitura informou, ainda, que mantém ambulâncias no HEAPN, preparadas para conduzir pacientes suspeitos de covid-19 para as unidades de saúde que prestam serviço de retaguarda, entre elas seis unidades pré-hospitalares, para as UPAs Beira Mar, Sarapui e Parque Lafaiete, situadas no município, além dos leitos no Hospital Municipal Dr Moacyr Rodrigues do Carmo (HMMRC) e no Hospital Municipal São José.
Os casos mais graves são cadastrados no Sistema Estadual de Regulação para que sejam transferidos para hospitais em todo o estado. Mesmo com a desativação do pronto atendimento para suspeitos de covid-19, o HEAPN mantém leitos exclusivos para pacientes com a doença.
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