Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor Eduardo Hollanda
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Publicado 14/02/2021 08:00
'Eu completaria 30 anos com o Claudinho, a parceria mais antiga da história do Carnaval. Fiquei muito mexida, chorei muito. Mas estou sendo chamada para várias matérias internacionais e a gente sente como o mundo está preocupado conosco, com a subsistência de tantas famílias. Teve um impacto emocional e também financeiro, mas não havia outro caminho. A pandemia é como um punhal que enfiaram na gente, mas, não para matar, para que possamos prestar a atenção no que realmente importa. É possível ser feliz com menos. Tenho vários compromissos para esses dias: vou fazer uma live com Claudinho e a bateria da Beija-Flor para uma TV chinesa e devo até participar de um filme. Não vou descansar e nem quero'.
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