Publicado 12/03/2021 10:06
Rio - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Subsecretaria de Inteligência (SSI/PMERJ), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) realizam uma operação, na manhã desta sexta-feira, contra uma quadrilha que pratica furto de combustíveis na Baixada Fluminense. Os agentes cumprem 29 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 23 denunciados.
A investigação do MPRJ identificou um esquema de subtração de caminhões-tanque que abasteciam as distribuidoras, em Duque de Caxias. Segundo o órgão, os veículos eram desviados da sua rota original e parte da carga era revendida a um preço inferior.
Os motoristas ligados à quadrilha levavam os caminhões abastecidos até galpões clandestinos, onde o material era retirado. Os agentes já conseguiram identificar pelo menos cinco galpões. Além disso, diligências realizadas durante a investigação conseguiram flagrar a ação.
A denúncia aponta que a organização se divide em seis núcleos: liderança, auxiliares diretos, motoristas, baldes, mecânica e núcleo dos negociantes. Ainda segundo o MPRJ, entre os líderes estão o soldado reformado da Polícia Militar Armando Penelis, o sargento da PM Thomé Nascimento Neto, José Janduy de Oliveira, vulgo Jájá, Thiago Coutinho Graça de Almeida e Wendel de Souza Silva, vulgo Peludo.
Na acusação, o MPRJ demonstra o uso de arma de fogo pela organização criminosa. Eles foram denunciados pelo crime de constituir organização criminosa, majorado pelo emprego de arma de fogo.
A denúncia aponta que a organização se divide em seis núcleos: liderança, auxiliares diretos, motoristas, baldes, mecânica e núcleo dos negociantes. Ainda segundo o MPRJ, entre os líderes estão o soldado reformado da Polícia Militar Armando Penelis, o sargento da PM Thomé Nascimento Neto, José Janduy de Oliveira, vulgo Jájá, Thiago Coutinho Graça de Almeida e Wendel de Souza Silva, vulgo Peludo.
Na acusação, o MPRJ demonstra o uso de arma de fogo pela organização criminosa. Eles foram denunciados pelo crime de constituir organização criminosa, majorado pelo emprego de arma de fogo.
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