Por O Dia
Publicado 05/02/2020 00:00

No meu programa de rádio, toda e qualquer história é muito importante para mim e para minha equipe. Diariamente, a produção recebe dezenas de cartas, e-mails, WhatsApps, para que as pessoas sejam ajudadas no quadro "Apela Aí". E a história de ontem me comoveu bastante...

Pelo telefone, estava a professora Carmen Silva, moradora de Vila Isabel, que dá aulas na comunidade da Maré. Ela começou a contar a história e percebi que a situação não era dela, mas de uma ex-aluna que ela gostaria muito de ajudar.

Jaquelina Barbalho de Barros, 38 anos, mora na favela Salsa e Merengue, também na Maré, e viu sua vida, que já não era das mais fáceis, virar de cabeça pra baixo em pouco tempo. Mãe de quatro filhos, vê sua caçula, Kathleen, enfrentar um câncer de garganta... E quem acha que nada pode ser pior do que a doença de um filho, está muito enganado... Tudo pode sim piorar.

A casa de Jaque, que ela morava com as crianças e com a mãe, de 68 anos, sofreu um incêndio no mês passado... Não sobrou nada. Hoje, ela precisa de tudo pra recomeçar. Sem fogão, geladeira, roupas... Jaquelina está sem documentos e sem um teto para acolher a filha, que precisa de conforto nesse momento tão delicado de saúde. É de cortar o coração de qualquer mãe, tentar ajudar um filho, uma família, e estar de mãos atadas.

Essa coluna é para dar minha opinião, mas hoje quem apela sou eu... Para que essa mãe não sofra, ou pelo menos, diminua sua dor. Quem puder ajudar a Jaque, o link da vaquinha é: http://vaka.me/880799. Hoje não tem dedo na cara, tem solidariedade e é isso que deve mover todos nós como uma sociedade. Bora lá ajudar?

Pingo no I
Julie, da FlaTV, foi alvo de assédiofotos Divulgação
Publicidade
Tá bonito!
Depois do apelo, Dona Rosângela conseguiu o passeDivulgação
Aleluia! Final feliz para Dona Rosângela Pereira, de Vista Alegre, que no início do mês pediu socorro para a nossa coluna porque estava há mais de dois anos tentando seu vale social, aquele que dá direito a passagens intermunicipais, Baixada e também metrô e barcas.
Publicidade
"Finalmente essa angústia acabou. Não aguentava mais ficar pra lá e pra cá tentando algo que é meu por direito", conta Rosângela. E o nosso papel sempre será esse! Prestar serviço a esse povo que merece sorrir muito, mesmo com tantos obstáculos que colocam por aí. Por isso, se você me perguntou se tá feio ou tá bonito... O passe tá livre, e tenho dito!

Você pode gostar

Comentários

Publicidade

Últimas notícias