Atos Golpistas: Moraes cobra informações sobre morte de réu em presídio

Por Flipar

O empresário, que tinha 46 anos, foi preso em flagrante dentro do Senado Federal e aguardava detido seu julgamento pelo Supremo Tribunal Federal.
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Relator das ações de 8 de janeiro no STF, o ministro Alexandre de Moraes pediu à direção do Centro de Detenção Provisória 2, do Complexo da Papuda, informações detalhadas sobre a morte do réu.
Rosinei Coutinho/SCO/STF
A direção da penitenciária deve fornecer ao ministro do STF uma cópia do prontuário médico e um relatório dos atendimentos médicos recebidos pelo réu no período em que esteve preso no local.
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De acordo com o portal UOL, o advogado Bruno Azevedo de Souza afirmou ter pedido oito vezes ao STF a liberdade provisória do réu alegando que ele sofria de "inúmeras comorbidades".
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Nos pedidos, a defesa de Cleriston anexou relatório médico dizendo que o réu padecia com sequelas de Covid-19 e fazia tratamentos para diabetes e hipertensão.
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O STF já condenou 20 réus pelos atos golpistas em Brasília (DF) no dia 8 de janeiro.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na primeira semana de novembro, mais cinco pessoas foram condenadas por participação nas cenas de depredação às sedes dos três poderes da República.
Carlos Moura/SCO/STF
Moisés dos Anjos - Morador de Leme, no interior paulista, ele foi detido dentro do Palácio do Planalto. Em seu celular, policiais encontraram fotos e áudios do dia da invasão comemorando a destruição do STF.
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Rosana Maciel Gomes - A motorista de aplicativo de 50 anos foi presa dentro do Palácio do Planalto.
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Fabrício de Moura Gomes - Morador de Ilhabela (SP), o empresário também foi preso dentro do Planalto.
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Cláudio Augusto Felippe - Policial militar aposentado de 59 anos, mora em São Paulo e foi detido no Palácio do Planalto.
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Osmar Hilbrand - Mais um dos condenados do STF que foi preso pela Polícia Militar dentro do Palácio do Planalto no 8 de janeiro.
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
No início de outubro, o STF havia condenado três acusados de tomar parte nos atos, formando a segunda leva de julgados.
Carlos Moura/SCO/STF.
O primeiro condenado entre todos, no dia 14 de setembro, foi Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos. Ele foi enquadrado em cinco crimes: dano qualificado, deterioração de patrimônio público tombado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa.
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A decisão do plenário do STF foi de oito votos a três pela condenação. A pena é de 17 anos de prisão.
Rosinei Coutinho/SCO/STF
Luís Roberto Barroso, André Mendonça e Kassio Nunes Marques propuseram absolvição parcial do réu, mas para tipos penais diferentes.
Rosinei Coutinho/SCO/STF
Revisor do processo, Kassio Nunes Marques defendeu pena de apenas dois anos e seis meses, em regime aberto. Em seu voto, ele definiu condenação somente por dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.
Marcos Corrêa - Wikimédia Commons
André Mendonça, que assim como Kassio Nunes foi nomeado ao STF por Jair Bolsonaro, votou pela absolvição por golpe de Estado e condenação pelos outros crimes.
Carlos Moura/SCO/STF
Já Barroso votou pela condenação por outros crimes exceto por abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
José Cruz/Agência Brasil
Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Rosa Weber seguiram integralmente o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes.
Rosinei Coutinho/SCO/STF
Os ministros definiram que o cumprimento da sentença se dará da seguinte forma: 15 anos e 6 meses em regime fechado e 1 ano e 6 meses em regime aberto.
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Morador de Diadema, em São Paulo, Aécio Lúcio Costa Pereira foi funcionário da Sabesp (Companhia de Saneamento de São Paulo).
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No dia 11 de janeiro, ele foi demitido da Sabesp após vídeo mostrando suas ações na casa legislativa circular na internet.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Em uma das filmagens de 8 de janeiro, ele aparece na Mesa Diretora do plenário do Senado com uma camisa em que se lia "intervenção militar federal".
Reprodução/Redes Sociais
No interrogatório que deu à Polícia Federal após ser preso em flagrante, Aécio Lúcio Costa Pereira declarou que foi ao Distrito Federal convidado por amigos que encontravam-se acampados no quartel do Exército em São Paulo, perto do Parque Ibirapuera.
Tomaz Silva Agência Brasil
O segundo réu condenado pelo STF foi Thiago de Assis Mathar por 8 votos a 3.
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Mathar, de 43 anos, é produtor rural de Penápolis, em São Paulo, e pegou uma pena menor: 14 anos de prisão.
Reprodução/Redes Sociais
Matheus Lima de Carvalho Lázaro foi o terceiro condenado na sessão presencial, com pena de 17 anos de prisão.
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Morador de Apucarana (PR), ele tem 24 anos. Nos atos, portava um canivete e enviou mensagens para a esposa declarando que iria ?quebrar tudo? para o ?Exército entrar?.
Reprodução/Polícia Civil do DF

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