Dois casos de malária são registrados em SP na primeira semana de janeiro

Por Flipar

A Agência Brasil informou que eles participaram de uma operação de resgate entre os municípios de Biritiba Mirim e Bertioga, numa área de mata e cachoeiras, na Serra do Mar.
Diego Campos wikimedia commons
Segundo a Vigilância Epidemiológica de SP, seis casos ocorreram em 2023 no estado. O mosquito transmissor da malária habita áreas de mata. E a doença é registrada com mais frequência na Região Amazônica.
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Erradicada em grande parte do planeta, a doença ainda atinge habitantes de outros países da América Latina e também da África.
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Na África, a maior preocupação é no Djibuti, onde o número de infecções cresceu 2.800 vezes de 2012 a 2020.
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Em 2021, houve uma redução porque o governo fez uma ampla campanha para dedetizar áreas com o mosquito. Mas o risco de contaminação sempre preocupa.
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A proliferação do transmissor em áreas populosas da África pode estar causando o surgimento de supermosquitos, capazes de levar o vírus da malária para regiões urbanizadas.
Reprodução do site passporthealthglobal.com foto de Guenter Guni
O mosquito que transmite a malária se chama Anopheles stephensi, em regiões da Índia. E é chamado de Anopheles Gambiae, nos países da África.
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Um estudo feito por pesquisadores ingleses e divulgado em 2022 estimou que mais de 125 milhões de pessoas em cidades da África poderiam estar em risco.
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Segundo especialistas, a doença tem sido controlada nas áreas rurais com uso de mosquiteiros tratados com inseticida. Mas a implantação dessa estratégia seria complicada em centros urbanos.
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Os sintomas da malária são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça (que podem ocorrer de forma cíclica).
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A transmissão pode ser feita pelo mosquito, por transfusão de sangue contaminado ou por meio de seringas infectadas. Todo cuidado é pouco na hora de tomar injeções.
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Após a picada do mosquito ou a contaminação por outros meios, o vírus logo atinge o fígado e se multiplica de forma rápida.
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O exame que confirma a malária é feito com coleta de uma gota espessa de sangue, colhida por punção digital. Não é necessário retirar maior quantidade, diretamente da veia.
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O tratamento da malária é feito com remédios gratuitos, fornecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A dose depende da gravidade da doença, espécie do parasita, idade e peso do paciente.
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Para prevenir a malária, deve-se evitar locais próximos de rios ou áreas alagadas, do fim da tarde até o amanhecer (faixa de horário de maior infestação)
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Também é recomendado o uso de repelentes para as partes descobertas do corpo. E inseticida em casa.
mosquito1 pixabay

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