Exposição mostra faraó mais famoso do mundo em realidade virtual

Por Flipar

Com uso de óculos especiais, os visitantes entram na era de 1.300 antes de Cristo, quando Tutankamon viveu e reinou de forma breve no Egito dos faraós.
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A exposição oferece uma sala com projeção mapeada em 4K e permite que as pessoas penetrem no metaverso, passando a caminhar pelo Egito Antigo, vendo pessoas e animais no cenário da época.
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Uma das simulações mais comentadas é a do deserto, com um horizonte de pôr do sol que encanta os visitantes. Eles avançam numa jornada pelo cenário de areia que foi desbravado e serviu de base para incríveis realizações dos egípcios.
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Uma réplica da famosa máscara mortuária de Tutankamon impressiona pela riqueza de detalhes.
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A verdadeira, encontrada pelo arqueólogo Howard Carter em 1922, está em exposição no Museu do Cairo. Pesa 11 quilos e é feita de ouro e lápis lazúli, uma rocha muito usada pelos faraós.
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Os organizadores da exposição também providenciaram uma réplica da múmia de Tutankamon. O faraó reinou de 1332 a 1323 a.C. E não é o maior da história egípcia. Mas tornou-se o mais famoso justamente por causa da localização de sua múmia e seus pertences, em condições de conservação que impressionaram os pesquisadores.
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Nascido em 1341 a.C, Tutankamon morreu jovem, aos 19 anos. Ele tornou-se faraó ainda criança, aos 10 anos, e era um menino frágil, manco, com várias doenças. Cientistas apontam que a causa mais provável de sua morte tenha sido malária, associada a uma doença degenerativa dos ossos.
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A exposição "Tutankamon, uma experiência imersiva" passou pela Europa em 2023 e recebeu mais de 600 mil visitantes.
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A exposição recebeu, inclusive, o prêmio Telly Awards, concedido a quem produz conteúdo com inovação nos formatos audiovisuais.
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Com uso de Inteligência Artificial, os organizadores da mostra também recriaram o famoso Vale dos Reis, uma região onde foram enterrados diversos faraós, além de integrantes da antiga Nobreza do Egito.
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O vale fica na margem oeste do Rio Nilo, no centro da Necrópole de Tebas. E possui mais de 60 tumbas catalogadas pelos cientistas.
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Ali ficam desde covas mais simples até tumbas que envolvem mais de 100 câmaras, repletas de cenas da Mitologia Egípcia, que indicam crenças e rituais realizados na época.
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Os símbolos egípcios, associados à rica Mitologia da Antiguidade no país, fazem parte de uma sala em que os visitantes da exposição se integram a essa cultura voltada para a adoração de múltiplos deuses.
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A mostra também traz painéis com explicações sobre a história do Egito e dos faraós. Historicamente, Tutankamon não teve a relevância de faraós que reinaram por décadas, com superpoder, como Ramsés II. Mas o jovem popularizou a história do Egito
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Além disso, a figura de Tutankamon, a partir da descoberta em 1922, também é envolvida em mistério e superstição.
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É que, depois que o arqueólogo Howard Carter descobriu e entrou na tumba do faraó, há quem afirme que uma maldição atingiu as pessoas envolvidas nessa empreitada.
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Ao longo de 6 anos seguintes, 35 pessoas ligadas à descoberta morreram, inclusive o próprio Howard Carter (foto).
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