Justiça manda indenizar brasileiras presas por engano na Alemanha
Por Flipar
Em março de 2023, a veterinária Jeanne Paolini e a empresária Kátyna Baía foram detidas porque seus nomes estavam em etiquetas de malas com drogas. A história delas tornou-se um alerta sobre o perigo causado por bandidos que são funcionários em aeroportos.
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Durante 37 dias, desde 5 de março até 11 de abril, elas ficaram nesta Penitenciária Feminina de Frankfurt, na Alemanha.
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Jeanne e Katyna só foram libertadas quando ficou comprovado que as malas com drogas não eram delas. Bandidos tinham trocado as etiquetas. Elas retornaram ao Brasil em abril de 2023 para alívio delas e da família, após muita angústia.
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Jeanne e Katyna são casadas há 13 anos, moram em Goiânia e costumam viajar nas férias.
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Em entrevista ao programa "Encontro", logo após o retorno, elas disseram que estavam traumatizadas, sem condição de retomar a rotina normal. E que iriam buscar indenização pelo mal que sofreram.
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Elas foram soltas a partir de investigação da Polícia Federal que comprovou um esquema criminoso no Aeroporto de Guarulhos. Em julho, quatro meses após a libertação de Jeanne e Katyna na Alemanha, a PF prendeu 16 integrantes da quadrilha.
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Para investigar o caso, a Polícia Federal analisou imagens de câmeras do prédio onde as duas moram e também do aeroporto. Jeanne e Katyna saíram de casa com uma mala rosa e uma mala preta.
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Quando elas chegaram ao aeroporto de Frankfurt, foram detidas e algemadas sem terem a menor ideia do que estava acontecendo.