Conheça a lista da Igreja Católica que censurou intelectuais renomados

Por Flipar

O surgimento do Índice se deu no contexto da Reforma Protestante e do Concílio de Trento (1545-1563).
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A lista foi elaborada pela primeira vez em 1559 pelo então Papa Paulo IV.
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O objetivo do índice era proteger a fé e a moral dos fiéis, evitando que eles fossem expostos a ideias consideradas heréticas ou imorais.
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Entre outras coisas, o Index visava principalmente limitar o acesso a obras que questionavam a doutrina e a autoridade do Papa.
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O Index era elaborado e atualizado periodicamente pela Congregação do Índice, um órgão da Cúria Romana.
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O impacto do Index foi significativo, moldando o panorama cultural e intelectual da época. Vários autores renomados e obras conceituadas foram censurados, limitando o acesso ao conhecimento e à livre expressão.
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John Locke: Filósofo inglês, precursor do liberalismo político e do empirismo.
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Voltaire: Filósofo e escritor francês, um dos principais nomes do Iluminismo, crítico ferrenho da Igreja Católica.
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Victor Hugo: Romancista, poeta e dramaturgo francês, conhecido por obras como "Os Miseráveis" e "O Corcunda de Notre Dame".
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Giordano Bruno: O filósofo italiano foi incluído no Índice por suas ideias cosmológicas e teológicas que desafiavam a doutrina católica, incluindo a pluralidade dos mundos e a infinitude do universo.
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Immanuel Kant: O filósofo alemão teve algumas de suas obras incluídas no Índice, incluindo "Critique of Pure Reason", devido a suas ideias sobre a autonomia da razão e a religião.
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Jean-Jacques Rousseau: O filósofo suíço teve suas obras, como "Emile, ou De l'éducation" e "Du Contrat Social", incluídas no Índice devido às suas ideias sobre a educação e a política, que eram vistas como subversivas pela Igreja.
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