Roubados em deserto, brasileiros têm que andar 25 km por ajuda

Por Flipar

"No deserto não tem ponto de referência, então a orientação sempre era caminhar justamente para cada vez ficar mais próximo da estrada", explicou Andressa.
wikimedia commons Diego Delso
Paulo relatou que uma das mulheres presentes tentou resistir aos assaltantes para impedir que levassem seu passaporte e que, por conta disso, ela quase levou um tiro.
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O casal relatou que o grupo decidiu se dividir para ver "quem achava ajuda primeiro". Alguns foram em busca de sinal de celular, enquanto outros foram na direção oposta, tentando achar uma estrada.
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Segundo Paulo, os maiores temores eram a possibilidade dos assaltantes retornarem para roubar o restante dos itens e o anoitecer. À noite, as temperaturas no deserto podem ser abaixo de zero.
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Eles contaram que caminharam por cinco horas e finalmente conseguiram achar um carro, faltando 20 minutos para o pôr do sol.
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O nome "Cânion dos Perdidos" carrega consigo uma aura de mistério. Segundo a lenda local, o lugar serviu de refúgio para um grupo de incas durante a conquista espanhola. Acredita-se que eles esconderam tesouros incalculáveis em seu interior.
arquivo pessoal

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