Sucessivas mortes de magnatas russos alimentam teorias de conspiração

Por Flipar

Pavel Antov era crítico do Putin, embora fossem do mesmo partido, o Rússia Unida. O milionário empresário não concordava com a invasão à Ucrânia. "Uma menina foi retirada dos escombros. O pai da menina parece ter morrido. É difícil não chamar isso de terror", disparou Antov, em junho de 2022.
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O corpo foi encontrado boiando em uma piscina, com tiro na cabeça e uma arma, além de munições, do lado. Ele faleceu aos 61 anos e, de acordo com a viúva, Yuri faleceu após se desentender com diretores da Gazprom por conta de negócios.
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Ex-vice-presidente da empresa de gás natural Novatek, Sergei Protosenya, de 55 anos, foi encontrado morto em sua mansão na Catalunha, na Espanha, ao lado dos corpos da sua mulher, Natalya, e da filha, Maria.
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No dia seguinte, quem foi encontrado morto é Vladislav Avayev, de 51 anos. Assim como Sergey, a família dele também foi encontrada sem vida, mas em Moscou. Vladislav foi um dos vice-presidentes de um dos maiores bancos do país.
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Em janeiro, Leonid Schulman apareceu morto na banheira de casa, em São Petersburgo. Ele tinha 60 anos, era diretor da Gazprom e escreveu uma suposta carta de suicídio.
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Empresário no ramo da medicina, Vasily Melnikov foi encontrado morto, também com sua família em casa, mas na cidade de Novgorod.
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Também em maio, Alexander Subbotin, de 43 anos, foi encontrado morto na casa de um amigo. A principal suspeita é de que ele tenha sido envenenado com veneno de sapo após ritual xamânico para curar ressaca.
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Mikhail Watford, de 66 anos, foi encontrado morto em sua mansão na Inglaterra. Watford, que mudou de sobrenome após ir para a Inglaterra, fez fortuna após o fim da União Soviética, nos anos 1990.
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