Ganhadores de loteria viram vítimas de gananciosos

Por Flipar

A Polícia descobriu que o crime foi planejado, pois, antes do assassinato, houve tentativas de sacar altos valores em contas bancárias, mas sem sucesso. Jonas morreu após sair de casa para uma caminhada, em Hortolândia.
Marcelo Camargo / Agência Brasil
Em 2006, Fábio Leão Barros, um vidraceiro e então menor de idade, ganhou na Mega-Sena e pediu para o pai, Francisco, administrar a fortuna. Quatro anos mais tarde, ele foi preso acusado de mandar matar o próprio filho.
Wilson Dias / Agência Brasil
O caso foi descoberto após a Polícia capturar os homens contratados para cometer o crime, em Mato Grosso. O jovem tinha ganhado R$ 28 milhões.
Wilson Dias / Agência Brasil
Reneé Senna tinha 54 anos e morava no Rio de Janeiro quando ganhou R$ 51,9 milhões, em julho de 2005. Ele era muito pobre e tinha as duas pernas amputadas, por causa das diabetes. Em janeiro de 2007, ele foi encontrado morto, a tiros.
Paulo Pinto/ Fotos Públicas
Em um primeiro momento, a Justiça inocentou Adriana Silva, a viúva de Reneé, mas em um novo julgamento, em 2018, a condenou a 20 anos de cadeia. Ela alegou inocência.
Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas
Em 2011, o empresário Miguel Ferreira de Oliveira ganhou na Mega-Sena. Pouco depois, mudou-se de São Paulo 9+para Campos Sales, no Ceará, em busca de uma vida discreta. Mas os moradores ficaram sabendo da sua fortuna, e um deles o matou em 2018.
Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Um dos suspeitos do crime, Antônio dos Santos, foi preso em 2019 e conseguiu ser solto, mas foi assassinado pouco depois, também em Campos Sales.
André Tambucci / Fotos Públicas
As autoridades recomendam que, ao ganhar na mega-sena ou qualquer outra loteria esportiva, não conte para ninguém e mantenha a sua vida normal, para que ninguém desconfie.
Reprodução TV Globo
No entanto, os números não foram registrados pela loteria e o grupo entrou na Justiça. O nome da loteria é Esquina da Sorte e o caso é famoso no estado.
Paulo Pinto / Fotos Públicas
Em maio de 2022, um casal do Rio Grande do Sul tentou retirar um prêmio de R$ 29 milhões, apostados em 2014. No entanto, eles não conseguiram o dinheiro, pois a loteria diz que os números não estão legíveis.
Divulgação Caixa
O casal admitiu que se descuidou com o bilhete e o colocou na máquina de lavar, mas disse que estavam legíveis. O caso foi parar na Justiça.
Ângelo Rigon - Flickr

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