Gato ataca família em SP e repercute na web; entenda o caso

Por Flipar

Desesperada e preocupada com o futuro de Thor, Luciana relatou que já tentou várias abordagens para acalmar o animal e chegou a fazer consultas com especialistas até sessões de Reiki, uma modalidade terapêutica.
freepik
Segundo a família, a primeiro incidente agressivo de Thor aconteceu durante a Copa do Mundo de 2018. Eles acreditam que o barulho e a quantidade de pessoas na casa no momento podem ter assustado o gato.
gpointstudio Freepik
Desde então, Thor protagonizou outros três ataques, ocorridos enquanto faxineiras e a própria Luciana usavam cloro para limpar a casa.
pexels ?????????? ??????????
"A casa [ficou] ensanguentada, e eu praticamente desmaiando por conta da dor", lembrou Luciana.
pexels Breanne Sartori
A família tentou de várias formas acalmar o bicho e chegaram a adotar uma gata fêmea (Nina), seguindo o conselho de um especialista, mas mesmo assim não adiantou.
Gundula Vogel pixabay
Pelo contrário, Thor começou a atacar Nina e eles precisaram separar os dois.
Sherman por Pixabay
"Apesar de todos os ataques, nunca encostamos um dedo nele que não seja para carinho. Nunca nem o ameaçamos com qualquer tipo de objeto. Não seríamos capazes de agredi-lo, mesmo com tudo isso", contou a tutora.
freepik
"Queremos ajudá-lo e não temos apoio de ninguém. Até os veterinários não entendem a situação", disse Luciana.
Daga_Roszkowska por Pixabay
Apesar de tudo, a tutora garantiu que não quer se desfazer do animal. "Amo o Thor. Nosso convívio é de sete anos. Estou totalmente abalada física e emocionalmente", desabafou.
pexels Anastasia Bekker
Segundo especialistas, para evitar comportamentos agressivos em gatos, os tutores devem estimular os animais desde cedo, criando espaços para brincadeiras, descanso e esconderijos, a fim de reduzir o estresse.
pexels cottonbro studio
Outra ideia também são os "arranhadores", que ajudam a diminuir o estresse e evita que os gatos afiem as unhas nos móveis da casa.
Orsi Oletics Herczog por Pixabay
Com base no diagnóstico, um psiquiatra veterinário pode desenvolver planos de tratamento personalizados, que podem incluir terapias comportamentais, mudanças no ambiente do animal e, quando necessário, medicação.
freepik

Veja mais Top Stories