Varíola de macacos entra em emergência global: Veja doença, sintomas e prevenção

Por Flipar

Conhecida anteriormente como varíola dos macacos, a doença é infecciosa. Veja o que é, quais são os sintomas dessa doença e o que fazer em caso de suspeita.
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O anúncio de emergência foi feito para tentar evitar uma pandemia. Dessa forma, os países entram em alerta e observam os casos com atenção para, se preciso, realizar planos de contenção.
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É a segunda vez que esse decreto acontece. O último havia sido dois anos atrás. Agora, o aumento de casos na África, principalmente na República Democrática do Congo, onde 500 pessoas morreram, chama a atenção.
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Uma nova variante - que é transmissível com mais facilidade e provoca casos mais graves da doença - causou o alerta.
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Segundo a OMS, a transmissão pode ocorrer por meio do contato direto com a pele infectada ou outras lesões, como na boca ou nos órgãos genitais.
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Pode ocorrer, por exemplo, por meio de objetos infectados, por meio de ferimentos com objetos cortantes contaminados, ou em ambientes comunitários, como estúdios de tatuagem.
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Ou seja, a doença pode se espalhar por contato próximo, como toque, beijo ou relação íntima, bem como por materiais contaminados como lençóis, roupas e agulhas, segundo a OMS.
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Fique atento! Os principais sintomas são as lesões na pele e linfonodos inchados, que podem ser acompanhadas de dores no corpo, dor de cabeça, febre, calafrio e fraqueza.
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As lesões na pele podem ser planas ou levemente elevadas, e são preenchidas por um líquido claro ou amarelado. Conforme a doença evolui, podem formar crostas, que secam e caem.
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Geralmente, elas começam a aparecer de um a três dias após o início da febre, mas, às vezes, podem surgir antes da febre.As lesões podem se concentrar no rosto, na palma das mãos e na planta dos pés, mas também podem surgir em outras partes do corpo, incluindo boca, olhos, órgãos genitais e no ânus.
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Depois que as crostas das lesões desaparecem, o paciente para de transmitir o vírus. Segundo o Ministério da Saúde, o intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas é comumente de 3 a 16 dias, podendo a chegar a 21 dias.
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As principais formas de prevenção são evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença e lavar regularmente as mãos com água e sabão.
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Além disso, tomar a vacina contra a mpox é importante para ajudar a prevenir a infecção da doença.
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No Brasil, a imunização antes da exposição ao vírus está priorizando pessoas com maior risco de evolução para as formas graves da doença.
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Entre eles homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais com idade igual ou superior a 18 anos que vivem com o vírus do HIV.
divulgação Bavarian Nordic
Pessoas infectadas devem cumprir isolamento social, que inclui não compartilhar materiais e objetos de uso pessoal, como toalhas, escovas, lençóis e roupas.
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A organização ainda orienta que todas as pessoas com sintomas que aparentam ser da mpox procurem uma unidade básica de saúde imediatamente para iniciar o tratamento e evitar contato próximo com outras pessoas.
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Portanto, é baseado em medidas de suporte clínico. A maioria dos pacientes tratados se recupera em um mês, mas a doença pode ser fatal quando não tratada.
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Desde 2022 já houve mais de 10 mil casos e 16 pessoas morreram no Brasil. Este ano são 709 casos confirmados no país e a situação é considerada estável.
reprodução CNN

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