Queimadas no Brasil: Incêndio forma ‘redemoinho de fogo’ em MT

Por Flipar

O Incêndio florestal que já destruiu 11 mil hectares em Mato Grosso. O caso gerou grande repercussão.
Reprodução de vídeo G1
Mato Grosso, aliás, é o estado do Brasil que mais queimou desde janeiro deste ano, conforme dados do Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Reprodução de vídeo G1
Somente em agosto, foram contabilizados mais de 13,6 mil focos, superando os números somados de janeiro a julho deste ano.
Reprodução de vídeo G1
As queimadas atingiram até mesmo a Floresta da empresa de lápis de cor Faber-Castell. Na região de Prata, no Triângulo Mineiro, a floresta de pinus que dá origem aos lápis foi atingida por um incêndio no terreno vizinho
Divulgação/Corpo de Bombeiros
A assessoria da Faber-Castell informou que o incêndio não comprometeu a produção de lápis e que a maior parte da área atingida não pertence à empresa.
Reprodução/G1
Além disso, as queimadas em biomas como o Pantanal e o Cerrado já haviam batido recordes em 2024. Além deles, outras regiões, como a Amazônia, também registraram aumento em relação a anos anteriores.
Arquivo/CBM-AC
O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), aliás, registrou mais de 164 mil focos de incêndio no Brasil entre janeiro e setembro deste ano.
montagem/reprodução
Com relação ao Cerrado, o bioma enfrenta até este mês de setembro o ano mais agressivo em queimadas desde 2012, com cerca de 11 milhões de hectares atingidos pelas chamas, segundo monitoramento do Lasa/UFRJ.
Divulgação/SSP-AM
O Cerrado é estratégico para o funcionamento do Brasil, pois, ao distribuir a água diretamente por todos os biomas exceto o Pampa, tudo que afeta esta região tem impacto sobre diversos setores.
Reprodução
A Amazônia também está em estado crítico e alarmante. Os dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) apontam que um terço da área afetada pelas chamas é composta por vegetação nativa.
Divulgação/CBMA
Houve aumento de 132% de queimadas em agosto de 2024, o que representa 685.829 hectares de florestas nativas destruídos pelo fogo. Enquanto no ano anterior foram 295.777 hectares, e em 2019, 207.259 hectares.
Nilmar Lage / Greenpeace / Divulgação
Além da poluição, pôde ser visto que o tom do céu ficou laranja e vermelho em partes do Brasil. Um cenário apocalíptico. A imagem é em Jataí, sudoeste de Goiás.
Reprodução/Jornal Nacional
A cortina de fumaça, carregada de fuligem e poeira, é resultado das queimadas. Quando os raios do sol passam pela nuvem de poluição, sofrem um fenômeno ótico chamado de refração. Por isso, a cor do céu no Brasil está desta maneira.
Reprodução/Redes Sociais
Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesse momento a Amazônia registra o maior volume de focos de incêndio dos últimos 19 anos.
Divulgação Inpe
As partículas finas e poluentes podem causar diversos problemas de saúde, como irritação nos olhos, nariz e garganta, além de agravar doenças respiratórias como asma e bronquite.
reprodução/g1
Cientistas alertam que os efeitos a longo prazo da exposição a esse tipo de fumaça ainda são pouco conhecidos, mas pesquisas nessa área têm se intensificado nos últimos anos.
Nilmar Lage / Greenpeace / Divulgação
Em grande parte, essas pesquisas são provenientes de estudos com animais e incêndios em cozinhas a lenha.
Nilmar Lage / Greenpeace / Divulgação
Entre julho e agosto, mais da metade dos focos de incêndio se concentraram nos estados do Mato Grosso e do Pará.
Nilmar Lage / Greenpeace / Divulgação
Com a seca prolongada e as queimadas alterando os padrões climáticos, formaram-se "rios voadores" de fumaça e calor em vez de umidade, como ocorre normalmente.
Reprodução/Inpe
A previsão é de que as temperaturas continuem elevadas nas próximas semanas, com a persistência da massa de ar seco e a inibição da formação de chuvas.
Reprodução/Windy

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