Justiça de SP aumenta pena por estupro de ex-BBB Felipe Prior

Por Flipar

Os desembargadores revisaram o recurso apresentado pela defesa de Prior e decidiram aumentar a pena de seis para oito anos, a ser cumprida em regime semiaberto. A decisão foi unânime.
Instagram @felipeprior
O crime foi cometido em agosto de 2014, conforme denúncia do Ministério Público. Além dessa condenação, Prior enfrenta outros três processos por estupro na Justiça de São Paulo, segundo o TJ-SP.
Reprodução/@felipeprior
Em jul/23, o portal da rádio paulista ?Metropolitana FM 98.5? realizou um levantamento com ex-BBBs que foram investigados e/ou punidos pela Justiça por crimes cometidos ou por suspeitas que depois foram canceladas. Veja!
Divulgação/Rádio Metropolitana FM
Dhomini Ferreira foi o terceiro vencedor do reality show. Na edição de 2013 foi um dos sete campeões que foram chamados para disputar a quantia milionária pela segunda vez. Na oportunidade, ele foi investigado por maus-tratos a animal, já que arrancou dentes de seu cachorro.
Instagram @dhomini_adriana
Em 2020, ele foi preso em flagrante após dirigir bêbado e agredir um motorista de aplicativo que colidiu com ele, em Curitiba. Inclusive, o ex-participante também desrespeitou os policiais que atenderam a ocorrência. Após pagar R$ 7 mil de fiança, ele deixou a cadeia.
Reprodução TV Globo
Algumas horas depois, a comunicação da Globo informou que Daniel foi eliminado do programa depois de infringir regras, mas que não foram especificadas. Neste mesmo dia, a polícia do Rio de Janeiro foi até o Projac e confiscou o passaporte de Daniel.
Reprodução TV Globo
Em depoimento à polícia, Monique declarou que a relação tinha sido consensual. Por isso, na semana seguinte, o Tribunal do Estado do Rio de Janeiro encerrou investigação após o testemunho da "sister" e o inquérito foi arquivado.
Reprodução TV Globo
Cássio Lannes, que esteve no BBB de 2014, relatou a Tatá Werneck durante a primeira festa da edição que era ?acusado de assassinato por atravessar uma afrodescendente? durante uma relação. A Coordenação Nacional de Entidades Negras coletou em suas redes sociais outras falas racistas.
Reprodução TV Globo
O caso foi investigado pela Procuradoria Regional dos Direitos dos Cidadão do Rio de Janeiro. Inclusive, o episódio chegou a ser encaminhado para o Ministério Público do Rio de Janeiro após uma representação ter sido entregue em Brasília. Cássio não chegou a ser punido pela Justiça.
Reprodução TV Globo
A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para averiguar se houve lesão corporal. Após uma conversa com Emilly no confessionário, a produção constatou que houve, sim, agressão física.
Reprodução TV Globo
Além disso, foi constatado que Emily estava com diversos hematomas espalhados pelo corpo. Marcos foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, mas acabou absolvido pelo Tribunal de Justiça.
Reprodução/ @emillyaraujoc
Karol Conká foi mais uma participante com atitudes controversas na 21ª edição do reality show. Seus atos na casa lhe renderam 25 acusações no Ministério Público. Uma delas diz respeito ao preconceito com relação à origem de Juliette e difamação contra Lucas Penteado.
Instagram @karolconka
A Justiça do Rio de Janeiro arquivou nove dessas acusações em março de 2021, já que o Ministério Público concluiu que o comportamento da artista não se caracterizou como crime.
Reprodução TV Globo
Rodolffo, mais um membro do BBB 21, deu declarações apontadas como racistas sobre o cabelo de João Luiz, outro integrante da edição. Na oportunidade, o cantor afirmou que a peruca da fantasia do monstro, que tinha o contexto da época dos homens das cavernas, era semelhante ao cabelo do seu colega.
Reprodução Youtube
O episódio foi encaminhado para a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância que abriu inquérito e passou a analisar as imagens. O cantor foi eliminado no paredão seguinte influenciado pelo seu ato.
Reprodução TV Globo

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