Rumo à Turquia! Navio que bateu na Ponte Rio-Niterói deixa o porto após dois anos

Por Flipar

A Baía de Guanabara tem sido o local de descanso para barcos abandonados ao longo de décadas. Em agosto de 2024, o Ministério Público Federal (MPF) cobrou solução para o problema.
Reprodução TV Globo
Além do vento, chovia bastante. Um motorista, chamado Alexandro Bellote, estava na ponte e falou sobre a situação à época ao portal G1:
Reprodução TV Globo
O trânsito ficou caótico não apenas na ponte fechada, mas em diversas partes da cidade, onde há acessos para a região.
- Reprodução Cet-Rio
O navio petroleiro estava ancorado na Baía de Guanabara desde 2016 por causa de um processo judicial. No entanto, segundo a Marinha, a âncora não resistiu aos fortes ventos.
reprodução de vídeo G1
A embarcação foi construída em 1994, mede 244,75 metros de comprimento x 42,36 m de largura e tinha a bandeira das Bahamas. Desde 2018, ele estava sem tripulação, por falta de investimento do último comprador.
reprodução de vídeo G1
Em 2020, uma reportagem do RJTV mostrou o estado precário do navio São Luiz, que mais parecia uma sucata no mar. O casco estava com lodo, algas, mexilhões. Muita ferrugem. Estado de abandono.
reprodução TV Globo
A ponte tem 13km de extensão e liga as duas cidades com quatro pistas em cada sentido.
Twitter @_ecoponte
Em seu ponto mais alto, a ponte tem 72 metros de altura. Há um pedágio no sentido de Niterói e são cerca de 150 mil veículos diariamente. Em época de feriadões, o movimento costuma aumentar.
Twitter @_ecoponte
Além da ponte, há outras duas formas de fazer o trajeto Rio-Niterói. O principal é usando as barcas. Com a ponte interditada, muitas pessoas recorreram às embarcações.
Divulgação CCR

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