A violência das interceptações fez muitos motoristas de ônibus dessas linhas pedirem licença médica, dado o abalo psicológico. "Eles abordam com muita violência. Eles entram com a moto na frente do ônibus, armado. E se demorar, teve casos de motorista ser agredido, tomar coronhada porque teve dificuldade para sair do local, até por causa do nervosismo", declarou ao G1 um motorista que não quis se identificar.