Sonda da NASA pode se tornar a que chegou mais perto do Sol; veja!
Por Flipar
A sonda enfrenta temperaturas extremas de 1.400 °C e altos níveis de radiação, protegida por um escudo de carbono com 11,5 cm de espessura.
NASA/Johns Hopkins APL/Steve Gribben
Para minimizar os danos, Parker utiliza uma estratégia de entrada e saída rápidas, atingindo uma velocidade impressionante de 692 mil km/h, equivalente a cruzar de Londres a Nova York em menos de 30 segundos!
NASA/Johns Hopkins APL/Steve Gribben
Durante a aproximação, a sonda ficará incomunicável. Os cientistas esperam receber algum sinal da Parker no dia 27/12/24 para saber se ela "sobreviveu" à viagem escaldante.
Divulgação/John Hopkins University
Em entrevista à BBC News, a chefe de Ciência da NASA, Nicola Fox, falou sobre a missão: "Por séculos, as pessoas estudaram o Sol, mas você não sente a atmosfera de um lugar até que realmente vá visitá-lo".
NASA/Bill Ingalls
"A coroa é muito, muito quente, e não temos ideia da razão disso", comentou a astrônoma Jenifer Millard, do Fifth Star Labs, localizado no País de Gales.
divulgação/nasa
O vento solar é um fluxo constante de partículas que pode causar tanto as belíssimas auroras boreais quanto problemas em redes de energia e sistemas de comunicação na Terra.
Marco Brotto/Wikimedia Commons
Apesar de toda o nervosismo em torno da missão, a chefe de Ciência da NASA disse confiar na capacidade da sonda.
NASA/Bill Ingalls
O Sol, uma estrela de tipo espectral G2V, é o centro do nosso sistema solar e a principal fonte de energia para a Terra.
divulgação/nasa
A luz do Sol leva cerca de 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra, percorrendo uma distância de aproximadamente 150 milhões de quilômetros.
reprodução/youtube nasa
Além de luz visível, o Sol emite radiação em várias faixas do espectro eletromagnético, como raios ultravioleta e infravermelho, essenciais para a vida na Terra, mas também potencialmente prejudiciais.