Segundo os autores, embora as acusações tenham sido substanciais, tanto Dalai Lama quanto seu principal assessor e tradutor, Matthieu Ricard, teriam sido negligentes. Eles destacaram também o "silêncio" do líder espiritual, que já havia sido alertado sobre o comportamento abusivo de seus mestres em 1993, durante um encontro com outros membros europeus e americanos.