Realeza britanica: veja a história dessa monarquia que atrai interesse mundial

Por Flipar

Depois, veio Hardacanuto (1040-1042, foto), outro filho de Canuto. A sucessão seguiu com Eduardo, o Confessor (1042-1066). Este era irmão de Hardacanuto, mas apenas por parte de mãe.
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Em outubro daquele ano, Guilherme I, que era o Duque da Normandia, uma região francesa, invadiu e conquistou a Inglaterra. Ele, aliás, era primo de Eduardo, o Confessor. Na batalha pela invasão, Haroldo II acabou morrendo. Um dos feitos de Guilherme foi trocar a capital de Winchester para Londres.
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Wessex, como já destacado, foi uma das regiões da heptarquia inglesa. Já Knýtlinga (foto) foi uma casa real dinamarquesa. Dessa forma, nos primeiros anos de Reino da Inglaterra, houve francês, inglês e dinamarquês no comando.
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O Reino da Inglaterra, lembre-se, começou em 927 e durou até 1707. Um nome que marcou muito foi Ricardo I, que comandou de 1189 a 1199. Ele ficou marcado por ser muito ligado ao militarismo e ganhou o apelido de Ricardo Coração de Leão. Fazia parte da Dinastia Plantageneta, com origem francesa.
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Eduardo I ou apenas Eduardo Pernas Longas comandou de 1272 até 1307, ano de sua morte. Ele foi responsável por uma grande reforma administrativa. Também foi da Dinastia Plantageneta.
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Da união de Henrique com Catarina, nasceu Maria I, a primeira Rainha da Inglaterra. Ela chegou a ser considerada filha ilegítima do pai e precisou acionar a Justiça para poder assumir o trono. Assumiu em 1553, ficando até 1558.
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A Rainha Elizabeth II ficou no trono por 70 anos, entre 1952 e 2022, quando morreu. Ela é a mãe de Carlos III, que completou 74 anos em novembro. Eles são da Dinastia de Windsor, com origens alemãs.
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