Declaração de Diego Hypolito traz à tona discussões sobre calvície

Por Flipar

Ao ser questionado se o procedimento tinha sido doloroso, o ex-atleta respondeu: "Não, tem anestesia local. Eu fiz há oito anos".
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Hypolito também contou que, durante as Olimpíadas de 2016, usava uma prótese capilar (lace) para disfarçar a calvície.
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As declarações de Diego Hypolito trouxeram à tona discussões sobre calvície. Muitas pessoas com tendência genética à perda de cabelos fazem de tudo para não ficarem carecas. Mas os tratanentos podem gerar riscos.
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Apesar de ser um problema comum, a calvície ainda é cercada de mitos e tratamentos "milagrosos" que não cumprem o que prometem.
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Embora não recuperem completamente o cabelo perdido, medicamentos como finasterida e minoxidil são eficazes para evitar a piora da queda, especialmente em homens. Mas exigem cuidado.
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O minoxidil, originalmente desenvolvido nos anos 1970 para tratar pressão alta, age dilatando as artérias e reduzindo a pressão sanguínea. Mas um efeito colateral foi o crescimento de pelos no corpo ? principalmente em mulheres ?, o que levou ao aprofundamento nas pesquisas.
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Hoje, sabe-se que o minoxidil melhora a circulação nos folículos capilares, fornecendo mais oxigênio e nutrientes, além de prolongar a fase de crescimento do cabelo (conhecida como anágena).
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"Há vários anos, a utilização de minoxidil para uso tópico sobre o couro cabeludo e/ou regiões com quedas de cabelo, como falhas na barba, parece estar consagrado e ter resultados comprovados sem efeitos colaterais significativos", explicou o cardiologista Soubihe Junior, ao g1.
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A finasterida, por sua vez, foi desenvolvida inicialmente em 1992 para tratar a hiperplasia prostática benigna (doença que causa o aumento da próstata).
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Seu efeito positivo no cabelo ocorre porque inibe a enzima 5-alfa-redutase, reduzindo a conversão de testosterona em DHT, hormônio associado à calvície.
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"Inibindo essa conversão, conseguimos então diminuir a influência do hormônio sobre o fio de cabelo e, consequentemente, retardar a queda", ressalta Carolina Milanez, dermatologista do Hospital Heliópolis.
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A persistência desses sintomas após a interrupção do uso ainda é tema de controvérsias, sem estudos conclusivos.
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A Anvisa não registrou ? e não recomenda ? o medicamento para uso oral no Brasil. Apesar de ser mais eficaz e prático do que a forma tópica, o minoxidil oral apresenta riscos cardíacos, como taquicardia e pericardite.
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Por fim, um adendo: qualquer um desses medicamentos só deve ser usado com acompanhamento médico, pois precisa ser ajustado ao caso específico de cada paciente.
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