Asteroide que pode colidir com a Terra tem chance de atingir América do Sul

Por Flipar

Para isso, os cientistas usam ferramentas como o Telescópio Espacial James Webb, o mais potente já enviado ao espaço.
Divulgação Nasa
Segundo a NASA, a probabilidade de colisão é de 1 em 43. A agência mantém o alerta, classificando o asteroide como nível "3" na Escala de Risco de Turim.
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Estima-se que o asteroide tenha entre 40 e 90 metros de largura, comparável ao tamanho de um grande edifício, segundo o Dr. Paul Chodas, do Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) da NASA.
NASA/NEAR Project
Embora seu tamanho seja significativamente menor que o do asteroide que extinguiu os dinossauros há 66 milhões de anos, o 2024 YR4 ainda pode causar destruição em grande escala se colidir com a Terra.
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Os asteroides conhecidos como "destruidores de planetas" tem pelo menos 1 km de diâmetro ? o que causou a extinção dos dinossauros tinha 10 km!
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Já é sabido que os cientistas têm pouco tempo para estudar o 2024 YR4, pois ele desaparecerá de vista em abril. Se isso acontecer, ele permanecerá na lista de riscos até reaparecer em junho de 2028.
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Como os cientistas se baseiam na luz refletida na sua superfície para definir seu tamanho, desde que foi descoberto essa estimativa foi se alterando.
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O engenheiro da NASA, David Rankin, sugeriu um "corredor da morte" com possíveis áreas de impacto que incluiria partes da América do Sul, Sul da Ásia, Mar Arábico e Norte da África.
Divulgação/Nasa
Caso o impacto seja confirmado, os especialistas consideram três métodos para desviar o asteroide: o uso de uma bomba nuclear, lasers solares ou impactadores cinéticos.
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Seu impacto poderia causar danos em uma área de 2.150 km², comparável ao evento de Tunguska em 1908, que devastou boa parte de uma floresta na Sibéria.
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Ao contrário do que muita gente pensa, asteroide e meteoro não são a mesma coisa, embora estejam relacionados.
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Asteroides são corpos rochosos e metálicos que orbitam o Sol, principalmente no Cinturão de Asteroides, localizado entre Marte e Júpiter.
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Eles são considerados remanescentes da formação do Sistema Solar, há cerca de 4,6 bilhões de anos, e são compostos principalmente de rochas, metais e, em alguns casos, materiais voláteis.
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Seu tamanho varia desde pequenas pedras, com poucos metros de diâmetro, até corpos maiores, como Ceres, que tem cerca de 940 km de diâmetro e é classificado como um planeta anão.
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Diferentemente dos planetas, os asteroides não possuem uma forma esférica definida devido à sua baixa gravidade.
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Acredita-se que os asteroides não tenham se aglutinado para formar um planeta devido à influência gravitacional de Júpiter, que afetou sua formação.
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Asteroides podem oferecer pistas valiosas sobre a composição e a história do Sistema Solar.
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Além disso, há interesse em explorar asteroides para mineração espacial, já que alguns contêm metais preciosos e recursos que poderiam ser úteis no futuro.
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