Desaparecimento repentino de tatuís em praias brasileiras preocupa cientistas
Por Flipar
O mesmo padrão também foi observado em países como Estados Unidos, México e Uruguai.
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Quando conseguem sobreviver, os tatuís jovens ("recrutas") retornam às praias com as carapaças ainda frágeis e vivem enterrados na zona de espraiamento, área constantemente molhada pelas ondas.
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Essa fase torna os "recrutas" extremamente vulneráveis ao pisoteamento em praias mais movimentadas, o que explica sua maior concentração em áreas menos frequentadas por humanos.
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Além de prejudicar o ecossistema e a cadeia alimentar das praias, o desaparecimento dos tatuís serve como um alerta ambiental.
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A presença dos tatuís indica um ambiente saudável, enquanto sua ausência pode sinalizar degradação e níveis perigosos de poluição.