Governo da Malásia aprova nova busca por avião desaparecido em 2014

Por Flipar

Há mais de uma década, em 08/03/2014, o avião que partiu de Kuala Lumpur, capital da Malásia, com destino a Pequim, na China, acabou desaparecendo, no que é um dos maiores mistérios da história da aviação mundial. O voo transportava 239 pessoas.
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A busca é liderada pela empresa de exploração Ocean Infinity. Caso encontre os destroços do avião, a companhia será remunerada em 70 milhões de dólares (quase R$ 400 milhões). A informação foi divulgada pelo ministro dos Transportes da Malásia, Loke Siew Fook.
Site Ocean Infinity
Os trabalhos da Ocean Infinity cobrem uma área de 15 mil Km² no Oceano Índico Meridional. O pagamento será feito apenas se o avião for encontrado.
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No ano seguinte, a Ocean Infinity foi contratada para uma nova busca, que durou três meses e também não teve sucesso.
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Um comunicado oficial emitido pela empresa responsável pelo voo revela que a trajetória da aeronave foi deliberadamente ajustada na direção do Mar de Andaman, localizado ao sul da Birmânia.
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Apesar dessas evidências, teorias conspiratórias não param de pipocar na internet, abrangendo desde abdução alienígena até explosões ou um atentado envolvendo Estados Unidos ou Rússia. Veja as principais a seguir!
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Uma das teorias conecta essa carga e um material supostamente vinculado às atividades de inteligência chinesa. A sugestão é de que a aeronave teria sido sujeita a um possível sequestro ou até mesmo abatida por caças americanos.
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Inicialmente, essas coordenadas foram relacionadas a teorias de abdução alienígena por um veículo de comunicação americano. A teoria logo foi refutada após uma investigação que apontou que as mensagens eram na verdade parte de uma brincadeira de mau gosto realizada na Índia, utilizando um serviço de transmissão de voz pela internet conhecido como VOIP (Protocolo de Internet).
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Essa suposição ganhou força após as investigações indicarem que as alterações na rota da aeronave e a desativação dos sistemas de comunicação foram realizadas de forma manual.
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No entanto, o governo da Malásia assegurou ter investigado minuciosamente o comportamento do piloto e do copiloto antes da decolagem. Eles alegaram não terem encontrado nenhum indício de comportamento suspeito dos dois.
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