Uma das memórias mais importantes no Jardim Botânico é a visita de Albert Einstein, em 1925. O cientista, um dos gênios da humanidade, se encantou por um jequitibá dizendo-se impressionado com o gigantismo da árvore. Mas a árvore morreu anos depois. Atualmente, um outro jequitibá está no lugar, ainda em crescimento.