Pra quem não viu: Justiça absolveu companhia aérea por tragédia que matou todos a bordo

Por Flipar

No acidente, todas as 228 pessoas a bordo morreram: 12 tripulantes e 216 passageiros (sendo 126 homens, 82 mulheres, 7 crianças e 1 bebê). Na foto, algumas das vítimas.
Aquivos pessoais
Os primeiros destroços foram encontrados dois dias depois do acidente.
Reprodução de vídeo
O avião tinha Marc Dubois como comandante; David Robert e Pierre Bonin, ambos na função de primeiro oficial. Na foto, da esquerda para a direita, Dubois, Robert e Bonin.
Pawel Kierzkowski wikimedia commons / e arquivo pessoal
Durante as investigações, ficou constatado que o piloto mais novo, Bonin, é que estava no controle (o comandante dormia) e decidiu encarar uma tempestade.
Imagem de PayPal.me/FelixMittermeier por Pixabay
Outros aviões já tinham mudado de rota para evitar essa tormenta, perto da Linha do Equador, na chamada Zona de Convergência Intertropical.
Felix Mittermeier pixabay
Os tubos de pitot ? que ficam na dianteira do avião, do lado de fora, e medem a velocidade da aeronave ? congelaram e deixaram de enviar informações para a cabine. Com isso, o piloto automático deixou de funcionar.
Kolossos wikimedia commons
No modo manual, Bonin resolveu erguer o nariz do avião. A aeronave perdeu sustentação e velocidade. E começou a despencar.
Gianluca por Pixabay
Famílias das vítimas exigiram na Justiça que a Airbus fosse punida pela falta de troca dos pitots, que já haviam apresentado problemas antes.
Reprodução de TV
E culparam a Air France pela falta de treinamento de pilotos para aquele tipo de situação.
reprodução de TV
Dos 228 mortos, 58 eram cidadãos brasileiros.
Valter Campanato/ABr - Agência Brasil

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