Excesso de turistas: Revista lista ‘lugares para não visitar’ em 2025

Por Flipar

Problemas como superlotação, impactos ambientais e pressão sobre as comunidades locais estão entre os principais motivos para essa recomendação.
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Com cerca de cinco milhões de visitantes por ano, as autoridades enfrentam dificuldades para gerenciar a ilha, resultando em problemas como poluição, degradação da qualidade da água do mar e aumento do custo de vida para a população local.
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Veneza (Itália): A cidade italiana, que está sempre cheia de turistas, decidiu cobrar uma taxa de entrada, inclusive para quem está a pé. Também estabeleceu um limite máximo de visitantes por dia.
Imagem de Alan Dods por Pixabay
Lisboa (Portugal): Em Lisboa, o turismo em massa tem causado um aumento insustentável no custo de moradia. Cerca de 60% das residências da cidade foram convertidas em aluguéis temporários, o que reduziu a oferta de moradias para os habitantes locais.
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Koh Samui (Tailândia): Conhecida por seus resorts e vilas de luxo, Koh Samui deve atrair ainda mais turistas com a nova temporada da série "The White Lotus".
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Monte Everest (Nepal): O excesso de turistas tem acelerado o desgaste da montanha, cujo número de visitantes mais que dobrou nos últimos 25 anos.
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A trilha até o campo-base foi bastante afetada, e antigas áreas agrícolas deram lugar a hotéis e casas de chá, aumentando o acúmulo de lixo ao longo do caminho.
Wolfgang Reindl por Pixabay
Em Kyoto, um dos maiores desafios é proteger as gueixas, figuras históricas e culturais, que sofrem assédio constante de turistas, incluindo fotos não autorizadas. Para combater isso, a cidade decidiu proibir a entrada de turistas em certos becos por onde elas circulam.
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Ilhas Virgens Britânicas: As ilhas recebem muitos turistas, mas os lucros para a região têm diminuído devido às ações de empresas estrangeiras.
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Cruzeiros, por exemplo, fazem com que o dinheiro gerado pelo turismo não chegue aos moradores locais. Além disso, esses navios causam danos ao meio ambiente.
divulgação/Costa Cruzeiros

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