Exame de sangue simples pode detectar ‘tempo de vida’; entenda

Por Flipar

O teste analisa a metilação do DNA, um processo que regula a ativação de genes, para estimar a chamada capacidade intrínseca (CI).
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a CI reflete as capacidades físicas e mentais de um indivíduo.
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Com isso, eles desenvolveram uma "pontuação" baseada em cinco áreas do envelhecimento: cognição, locomoção, sentidos, saúde psicológica e vitalidade.
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Pessoas com pontuação alta nesse "relógio" apresentaram melhor saúde geral, viveram em média 5,5 anos a mais e tinham menor risco de doenças como hipertensão, AVC e insuficiência cardíaca.
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Hábitos como consumo de peixes ricos em ômega-3 e limitar açúcar foram associados a uma CI mais elevada.
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Ainda relacionado a exames de sangue, no fim de maio/25, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou o uso clínico do primeiro exame de sangue para auxiliar no diagnóstico da doença de Alzheimer.
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O exame, considerado uma alternativa mais acessível e menos invasiva do que os métodos tradicionais, pode ser usado como ferramenta auxiliar especialmente em pacientes com declínio cognitivo a partir dos 55 anos.
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Em testes clínicos, o exame conseguiu mais de 91% de acerto em resultados positivos e 97% em negativos.
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O teste, chamado MCED (Detecção Precoce de Múltiplos Cânceres), analisa fragmentos de DNA tumoral circulante no sangue, detectando mutações associadas ao câncer em estágio muito inicial.
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O teste, porém, não indica a localização do tumor, exigindo exames complementares para confirmação.
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Apesar do grande potencial, os pesquisadores alertam que ainda são necessários protocolos clínicos para lidar com resultados positivos em pacientes assintomáticos.
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A pesquisa foi financiada por várias instituições norte-americanas, incluindo os Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH), e novas pesquisas em larga escala já estão planejadas.
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