Neil Sedaka: a carreira feita de ‘renascimentos’ do cantor e compositor
Por Flipar
Em 2025, ele tem feito apresentações no restaurante Vitello?s, na Califórnia, comemorando o aniversário de sua ?ressurreição profissional?, conforme diz texto no site do artista natural de Nova York.
Instagram @neilsedakamusic
Esse ressurgimento de Sedaka na cena musical representa uma nova superação do músico. O Flipar conta a seguir essa trajetória repleta de reviravoltas.
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Sedaka formou-se em música clássica na Juilliard School, em Nova York, escola de ensino superior que é referência no universo das artes.
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Apesar da formação erudita, ele iniciou uma carreira voltada para a música pop. A guinada se deu ao ouvir ?Earth Angel?, dos Penguins, em 1954.
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Nessa época, aprendeu a fazer composições no estilo Bill Building, um subgênero do pop surgido nesse período.
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?No Brill Building aprendemos a aplicar alguns aspectos do pop da maneira certa, com as harmonias certas?, afirmou ele, que, apesar disso, nunca renegou a influência de Chopin, Bach e Beethoven em sua música.
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Ao enveredar pelo pop, Sedaka acumulou hits em sequência. Um dos seus sucessos, ao lado de Howie Greenfield, foi ?Stupid Cupid?, famosa na voz da cantora Connie Francis e que teve uma versão brasileira famosa na voz de Celly Campello.
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Outros exemplos de canções emblemáticas do artista são ?Oh Carol?, de 1959, e ?The Diary?, que fez parte de trilha sonora da novela da Rede Globo ?Esplendor?, de 2000.
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?The Diary?, lançada originalmente em 1958, fez decolar a carreira solo de Sedaka, aparecendo no top 20 musical do país.
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Entre o fim da década de 1950 e o início dos anos 60, ele foi a segunda maior estrela da gravadora RCA, atrás apenas do lendário Elvis Presley.
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No entanto, em seguida, Sedaka viveu uma ruína na carreira em meio à meteórica ascensão do rock and roll, com o fenômenos de bandas como Rolling Stones e The Beatles.
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Assim, Neil Sedaka viveu uma precoce decadência, relegado a um ostracismo que parecia irremediável e dificuldades financeiras.
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Para sobreviver, com mulher e dois filhos, ele passou a tocar piano em gravações de outros artistas. ?Era uma forma de me expressar como músico?, declarou.
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Na década de 1970, após uma tentativa fracassada de retomar a carreira em solo americano, ele se mudou para a Inglaterra, por recomendação de seu empresário.
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Em terras britânicas, ele passou a tocar em pubs e clubes com o Batley Variety Club. Em meio a seus clássicos, ele começou a apresentar novas músicas para um público que se mostrou receptivo.
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Durante um show dos Bee Gees, ele conheceu Elton John, que, embora muito jovem, já era uma estrela da música pop mundial.
Flickr - Ernst Vikne
Elton John era fã de Sedaka e se dispôs a ajudá-lo na retomada da carreira. Assim, com o apoio do astro britânico ele lançou em 1974 pela gravadora Rocket Record Company o álbum ?Sedaka?s Back?, que recolocou o nova iorquino sob holofotes.
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?Sedaka?s Back? reúne músicas de três álbuns que o cantor gravou no Reino Unido e fez o artista liderar as paradas de sucesso.
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As canções ?Laughter in the Rain? e ?Bad Blood? chegaram ao número um da Billboard Hot 100 americana, em 1975.
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Ele gravaria ainda dois álbuns na Rocket Record Company, emplacando outros sucessos como ?Love in the Shadows?.
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Sedaka está no Hall da Fama dos Compositores desde 1983 e tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.