Nesse sentido, os alimentos de origem animal costumam conter mais colina do que as fontes de origem vegetal. Mesmo assim, ela pode ser encontrada em plantas, como nozes, sementes, feijões e vegetais crucÃferos.
"A colina auxilia no transporte de gordura do fÃgado. E, quando uma pessoa apresenta deficiência, ela pode ter fÃgado gorduroso.", explicou Jiang.
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A colina ajuda o corpo a sintetizar fosfolipÃdios, que são o principal componente das membranas celulares do nosso corpo. Por outro lado, a deficiência desse nutriente pode prejudicar a expressão dos genes envolvidos no processo de multiplicação celular.
Um estudo envolveu cerca de 1,4 mil participantes, com 36 a 83 anos de idade. Nele, pesquisadores concluÃram que indivÃduos com maior ingestão de colina apresentaram tendência a demonstrar melhor capacidade de memória.
Da mesma forma, pesquisas descobriram que pessoas com maior ingestão de colina na alimentação costumam ter densidade óssea mais alta. Um indicador de ossos fortes e saudáveis, com menor risco de fraturas.
A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, na sigla em inglês) estabeleceu recomendações para a ingestão de colina: 400 mg para adultos e 480 mg e 520 mg para mulheres grávidas e lactantes.
A colina foi descoberta por Andreas Strecker em 1864 e sintetizada quimicamente em 1866. Em 1998 a colina foi classificada como em nutriente essencial pelo Food and Nutrition Board of the Institute of Medicine (U.S.A.).