Embrião congelado em 1994 permite nascimento do ‘bebê mais velho do mundo’; entenda!
Por Flipar
Anos depois, já na menopausa, ela optou por doá-los através de um programa cristão de "adoção de embriões", que conecta doadores a famílias receptoras.
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Foi nessa que Lindsey e Tim, que tentavam engravidar há sete anos, receberam o embrião e tiveram Thaddeus.
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O nascimento foi considerado um milagre por seus pais e pela comunidade, já que embriões antigos, congelados por técnicas ultrapassadas, têm menor chance de sucesso.
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"A primeira coisa que notei quando Lindsey me enviou fotos dele foi o quanto ele parece com minha filha quando bebê. Peguei meu álbum e comparei lado a lado, e não há dúvida de que são irmãos", contou Linda Archerd.
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A situação inusitada fez com que o bebê agora tenha uma irmã biológica de 30 anos e uma sobrinha de 10.
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A clínica responsável pelo procedimento foi a Rejoice Fertility, que fica no Tennessee.
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Antes de Thaddeus, o recorde de "bebê mais velho do mundo" pertencia a um par de gêmeos que nasceram em 2022 a partir de embriões armazenados em 1992.
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A fertilização in vitro (FIV) é uma técnica de reprodução assistida que consiste em fecundar o óvulo com o espermatozoide fora do corpo da mulher, em laboratório.
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Após a fecundação, o embrião é cultivado por alguns dias e, então, transferido para o útero, onde pode se desenvolver normalmente.
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A FIV é indicada principalmente para casais com dificuldades de engravidar por causas como infertilidade masculina, obstrução das trompas ou idade materna avançada.
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A técnica surgiu oficialmente em 1978, com o nascimento da britânica Louise Brown, o primeiro bebê de proveta do mundo.
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Nos anos 1980, a FIV ainda era experimental, com baixas taxas de sucesso. Hoje, graças a avanços e técnicas genéticas de seleção, sua eficácia aumentou significativamente.
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A FIV não só possibilitou que milhões de casais tivessem filhos, mas também abriu caminho para barrigas de aluguel, doação de óvulos e embriões, e até a seleção genética de embriões para evitar doenças hereditárias.