A cada ausência de William Bonner na bancada do ‘JN’ crescem rumores sobre sua saída
Por Flipar
Helter disse: "Porque você está gripado. Você é um paciente difícil, não devia ter vindo, devia ter ficado descansando em casa, mas você veio para fechar o jornal. É por isso, está dodói, gripado".
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"Eu tô desde sábado com a voz bem alterada. E eu queria só dar uma satisfação porque eu desapareço do ar e as pessoas já ficam achando que eu tô matando serviço. Não tô matando serviço não?, disse Bonner com bom humor.
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A cada ausência do apresentador na bancada do Jornal Nacional - como também havia ocorrido na sexta-feira (8 de agosto)- surge uma série de especulações nas redes sociais sobre sua possível saída do telejornal.
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Já mo dia 8, a TV Globo esclareceu, por intermédio da colunista Fábia Oliveira, que o motivo foi um resfriado, e que, por isso, ele não pôde apresentar o programa.
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Os rumores em torno da "aposentadoria" de Bonner, porém, não vêm de hoje.
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Segundo o colunista Alessandro Lobianco, a saída do jornalista já estaria em negociação com a Globo e pode ocorrer ainda em 2025.
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A mudança estaria sendo conduzida de forma estratégica e discreta, motivada pelo desejo do apresentador de reduzir o ritmo após décadas no ar.
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Ainda de acordo com o colunista, a emissora pretende mantê-lo em funções internas, voltadas à coordenação editorial, ou seja, atrás das câmeras.
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César Tralli é o principal candidato para substituir Bonner, e sua maior presença em programas da casa seria parte de uma estratégia de transição.
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Em resposta à revista "IstoÉ Gente", a Globo se limitou a dizer que "desconhece essas informações."
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Caso confirmada, a saída marcará o fim de uma era na TV brasileira, já que Bonner foi o rosto do "JN" por quase 30 anos. Relembre sua trajetória!
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Nascido em 16 de novembro de 1963, em São Paulo, Bonner se formou em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
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Apesar de ter iniciado sua trajetória profissional como redator publicitário e locutor de rádio, foi na televisão que sua carreira decolou.
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Em 1985, Bonner trabalhou na TV Bandeirantes como locutor e apresentador. Um ano depois, já foi convidado para ingressar na Rede Globo.
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Seu primeiro trabalho na emissora foi como apresentador e editor no telejornal local ?SPTV?.
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Em 1988, ganhou projeção nacional ao apresentar o Fantástico. Em 1989, comandou o Jornal da Globo.
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Em 1996, Bonner teve a oportunidade de assumir a bancada do Jornal Nacional, o principal telejornal da Globo, ao lado de Lillian Witte Fibe.
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Em 1999, ele também se tornou o editor-chefe do noticiário, cargo que lhe deu grande influência na definição das pautas e no formato do "JN".
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Em 2009, ele lançou o livro "Jornal Nacional: Modo de Fazer", em homenagem aos 40 anos do telejornal.
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A vida pessoal de Bonner também atraiu a atenção do público, especialmente seu casamento e divórcio com a também jornalista Fátima Bernardes, com quem dividiu a bancada do "JN" por 13 anos.
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Juntos, eles tiveram três filhos trigêmeos. O casamento, que durou 26 anos, terminou em 2016.
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Ao longo de sua carreira, Bonner esteve à frente de coberturas históricas, como os atentados de 11 de setembro de 2001 e a morte de figuras importantes, como o Papa João Paulo II, em 2005.
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Ao longo da carreira, Bonner recebeu diversos prêmios de jornalismo e comunicação, entre eles um "Prêmio Unesco" e um Emmy Internacional na categoria Notícia.