Assinatura de herança milionária de Cid Moreira pode ter sido falsificada; entenda
Por Flipar
Agora, os filhos contestam judicialmente a validade do documento e acusam Fátima de vender imóveis e de transferir mais de 40 milhões de reais para uma conta fora do Brasil.
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Um laudo técnico encomendado pelos filhos aponta que, ao assinar o documento em 2023, Cid apresentava sinais de debilidade motora e cognitiva.
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Segundo o perito Cláudio da Silva Cordeiro, quando comparada com outras, a assinatura exibe "tremores e oscilações não naturais".
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Como parte do processo, a Justiça determinou o bloqueio da mansão que o jornalista tinha em Itaipava, região serrana do Rio, avaliada em R$ 2,9 milhões, impedindo sua venda sem autorização judicial.
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Com base nessa prova, a defesa dos filhos requisita a anulação do testamento até o fim das investigações.
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Dono de uma das vozes mais mais icônicas do jornalismo brasileiro, Cid Moreira morreu no dia 3 de outubro 10 de 2024, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. Ele tinha 97 anos. Relembre sua trajetória marcante!
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Entre 1944 e 1949, ele narrou comerciais antes de se mudar de vez para a capital.
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Por lá, se transferiu para a Rádio Bandeirantes, onde foi locutor oficial da campanha de Ademar de Barros (um dos proprietários da rádio) para as eleições estaduais de São Paulo em 1947.
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Após deixar a apresentação do telejornal em 1996, Cid continuou ligado à TV Globo, emprestando sua voz a diversos projetos, programas especiais, aberturas e documentários.
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Em 1999, Cid passou a participar de quadros do "Fantástico" que ficaram eternizados na memória da TV brasileira, como "Mister M" e Padre Quevedo.
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Durante a Copa do Mundo de 2010, o jornalista viralizou com a vinheta "Jabulaaani!", em referência à bola utilizada nos jogos.
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Poucos dias antes de ser internado, Cid Moreira fez sua última aparição pública em casa, em Petrópolis, ao receber o poeta Douglas Jefferson.
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Desde 2022, ele enfrentava problemas renais crônicos, fazia diálise e também tratava uma peritonite ligada a uma infecção urinária.