Miss Brasil Gay 2025: representante do Rio de Janeiro é coroada em concurso

Por Flipar

O concurso aconteceu na noite de 23 de agosto, em Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais.
Reprodução do Instagram @jbellagoncalves.oficial
Jade Hwskaier destacou-se em todas as etapas. Ela foi premiada como Melhor Traje Típico, com uma homenagem à entidade de Umbanda Maria Navalha.
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Além disso, também venceu na categoria Melhor Traje de Gala, apresentado em azul e branco - cores inspiradas na bandeira do Rio de Janeiro.
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Durante a fase de oratória, Jade afirmou, com emoção: ?Eu, como uma pessoa preta e umbandista, lido com o preconceito diariamente. E eu estou aqui para dizer que o nosso mundo é tão grande e é tão bom viver?.
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?É ideal que comecemos na escola, com os jovens aprendendo sobre a diversidade que é o nosso país?, completou.
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Ela se posicionou como símbolo de representatividade - ao mesmo tempo racial, religiosa e de gênero.
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Na classificação final, Eloyse Mello, de Santa Catarina, ficou com a segunda colocação, seguida por Letícia Andrade, do Ceará.
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Eloyse Mello foi eleita Miss Júri Popular, o que a incluiu diretamente no Top 6 por voto do público.
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Jhennypher Monphettiny, do Maranhão, foi eleita Miss Simpatia, um reconhecimento por seu carisma entre as participantes.
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Aos 30 anos, Jade já tinha vencido outros concursos. Anteriormente, havia sido eleita Miss Maranhão Gay entre 2019 e 2022, o que sinaliza uma carreira sólida no universo transformista.
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Após a vitória, ela declarou que sua missão é ?continuar inspirando pessoas?, sinalizando um compromisso público com o ativismo e empoderamento de jovens LGBTQIA+.
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Promovido há quase cinco décadas em Juiz de Fora - desde 1976 -, o Miss Brasil Gay tornou-se patrimônio imaterial da cidade e um símbolo nacional de resistência, arte e diversidade.
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?É um ato de enfrentamento às dificuldades, sejam financeiras, de preconceito ou de direitos não reconhecidos. Por meio da arte do transformismo, reafirmamos a diversidade, o respeito e a beleza?, declarou Michel Brucce, organizador do concurso.
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O espetáculo contou com performances de Sheron Corrêa, Danny Cowlt, Titiago, Andréia Andrews, Marcos Marinho e Uátila Coutinho, animado pelos apresentadores Ikaro Kadoshi e Sheila Veríssimo .
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As 27 candidatas - representantes de cada um dos estados e mais o Distrito Federal ? foram avaliadas em etapas de traje típico, traje de gala e oratória
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O formato é semelhante ao Miss Universo. Além disso, o voto popular passou a garantir uma vaga na rodada final desde 2023 .
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Criado por Francisco ?Chiquinho? Mota, o concurso foi consolidado ao longo dos anos como parte essencial da cultura local e do movimento LGBTQIA+ brasileiro.
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Assim, ele cumpre um papel social e turístico, gerando visibilidade, engajamento e fortalecendo a autoestima de participantes e espectadores.
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