Meta apresenta óculos Ray-Ban e pulseira com IA

Por Flipar

Entre as funções, estão acesso a mensagens, videochamadas, traduções e notificações, tudo controlado por gestos discretos. O pacote inclui ainda a Meta Neural Band, pulseira EMG que interpreta sinais musculares antes mesmo de movimentos visíveis, transformando-os em comandos digitais.
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Os óculos têm bateria de até seis horas, ampliada pelo estojo de recarga, enquanto a pulseira alcança 18 horas. O conjunto estreia em 30 de setembro nos Estados Unidos. Mas já prepare o bolso: a previsão é de 799 dólares (cerca de R$4.259), com os itens chegando a outros países em 2026.
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Em um evento recente, ele anunciou que, em cerca de dez anos, muitas pessoas vão trocar seus smartphones por óculos de realidade aumentada.
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Zuckerberg afirmou que, no futuro, a tendência é que os óculos inteligentes sejam usados para tudo ? desde mensagens até chamadas e entretenimento.
amrothman/Pixabay
"Dentro de 10 anos, muitas pessoas já não carregarão mais seus telefones consigo, usarão seus óculos para tudo", afirmou o bilionário.
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A fala de Zuckerberg foi num momento em que a empresa dele lançou um outro modelo do seu óculos de realidade virtual.
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Durante o Meta Connect 2024, a empresa lançou o Meta Quest 3S, a versão mais barata dos óculos inteligentes da Meta.
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O dispositivo faz quase tudo que o modelo anterior (o Quest 3) fazia, mas por um preço menor: US$ 299,99 (cerca de R$ 1.600).
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A versão vem com 128 GB e 512 GB de armazenamento interno. A ideia é que mais pessoas possam experimentar essa tecnologia.
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De acordo com Zuckerberg, os smartphones são limitados e "afastam as pessoas das interações reais com outras pessoas".
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Com esses óculos, os usuários veem informações digitais sobrepostas ao mundo real.
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O usuário pode jogar, ver filmes, mandar mensagens e até trabalhar, tudo sem precisar pegar no celular.
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Se essa ideia se tornar realidade, o conceito de smartphone como é conhecido hoje pode mudar drasticamente nas próximas décadas.
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Por enquanto, ainda não há previsão de chegada do Meta Quest 3S no Brasil.
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A ideia de realidade virtual não é nova. Suas raízes remontam aos anos 1960, quando Morton Heilig criou o Sensorama, uma máquina que combinava imagens 3D, som, vibração e até aromas para simular experiências.
Domínio público/Morton Heilig
No entanto, os primeiros óculos de RV modernos surgiram apenas nas décadas seguintes, com destaque para o "Sword of Damocles" (1968), de Ivan Sutherland, um sistema pesado e rudimentar que exigia suporte mecânico.
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Nos anos 1990, empresas como a Sega e a Nintendo tentaram popularizar dispositivos de RV, como o Virtual Boy, mas as limitações tecnológicas da época resultaram em fracassos comerciais.
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Foi apenas a partir dos anos 2010 que a tecnologia avançou o suficiente para tornar os óculos de RV viáveis, graças a melhorias em gráficos, sensores de movimento e processamento.
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Um marco importante foi o Oculus Rift, inicialmente um projeto independente financiado por crowdfunding em 2012.
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Seu sucesso levou à aquisição pela Meta (então Facebook) em 2014, o que impulsionou o desenvolvimento de dispositivos mais avançados e acessíveis para o público geral.
Wikimedia Commons/Samwalton9
Em 2014, a Google lançou o Google Glass voltado para consumo geral, mas o dispositivo fracassou por conta de limitações técnicas e preocupações com privacidade.
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Hoje, os principais modelos incluem o Microsoft HoloLens (focado em aplicações empresariais e industriais), o Magic Leap (com ênfase em entretenimento e criatividade) e o mais recente Apple Vision Pro (foto), que combina realidade aumentada e RV.
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