Falta de reciclagem adequada pode ser razão por trás de intoxicações por metanol; entenda
Por Flipar
A principal hipótese investigada é a adulteração de bebidas falsificadas vendidas em bares e distribuidoras.
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Rodrigo Oliveira, CEO da startup Green Mining, disse que o descarte incorreto das embalagens de "uso único" pode ser uma das causas.
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No mercado formal, o vidro quebrado vale poucos centavos, mas uma garrafa original pode chegar a R$ 2,00 no mercado paralelo, o que cria um incentivo econômico para a falsificação.
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"Reciclar da forma correta não é apenas uma questão ambiental: é também uma medida de saúde pública e de proteção da vida", destacou o CEO.
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Falsificadores utilizam as garrafas originais para revender bebidas adulteradas com metanol, que é tóxico e causa cegueira ou morte.
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Outra possibilidade seria remunerar os catadores com valores justos para desincentivar a venda ao mercado informal.
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O vidro é um material 100% reciclável e pode ser reprocessado infinitas vezes sem perda de qualidade.
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Essa técnica não é recente. A reciclagem de vidro, na forma de reuso de cacos, é praticada há séculos.
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Os principais motivos foram o crescimento dos movimentos ambientais e a necessidade de reduzir o consumo de energia e matérias-primas.