‘Crime da 113 Sul’: após ficar 15 anos preso, Francisco Mairlon tem condenação anulada pelo STJ
Por Flipar
O crime, que chocou o país em 2009, resultou no brutal assassinato a facadas do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, de sua esposa Maria Carvalho, e da empregada da família, Francisca Nascimento.
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A filha do casal, Adriana Villela, chegou a ser acusada de mandar matar os pais, mas sua condenação também foi anulada pelo STJ.
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A advogada Dora Cavalcanti, que representa a ONG, afirmou que Mairlon foi ?esquecido e invisibilizado? durante todo o processo.
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"Não podemos aceitar mais que se leve alguém a julgamento pelo Tribunal do Júri com base tão somente em depoimentos colhidos em uma delegacia, não confirmados em juízo", ponderou.
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Em novembro de 2010, Leonardo foi preso em Montalvânia, Minas Gerais. Ele confessou o crime inicialmente alegando que o cometeu junto com o sobrinho Paulo Cardoso Santana apenas para roubar dólares e joias da família Villela.
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Posteriormente, Leonardo mudou sua versão, afirmando ter sido contratado por Adriana Villela para simular um assalto e matar o casal e a empregada.
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Nessa nova narrativa, disse que não subiu ao apartamento e atribuiu as facadas ao sobrinho e a um terceiro homem, que seria Mairlon.
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Em 2024, após quase 14 anos preso, Paulo Santana retratou-se, afirmando ter sido torturado pela polícia e admitindo que mentiu ao acusar Mairlon, reconhecendo sua inocência.