Alexandre Nero e Luis Lobianco divertem fãs com brincadeira após final de ‘Vale Tudo’

Por Flipar

Tudo começou quando Nero publicou um vídeo em tom de ?pronunciamento?, dizendo que Odete Roitman, interpretada por Deborah Bloch, realmente morreu e que o final da novela foi, na verdade, um delírio do personagem de Lobianco.
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No remake de Manuela Dias, Odete aparece viva após levar um tiro de Marco Aurélio e consegue fugir do país com a ajuda de Freitas.
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Lobianco respondeu com bom humor, disse que estava no teatro e declarou que, sim, tinha ressuscitado Odete e que tinha tomado todo o cuidado para não deixar rastros.
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Na continuação da brincadeira, Lobianco provocou Nero e afirmou que ele ?não serve nem para matar barata?, além de dizer que o verdadeiro delirante era o doutor Marco Aurélio, sob efeito de analgésicos fortes.
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Nero respondeu com risadas e escreveu ?te amo?, o que confirmou o tom leve da troca entre os dois.
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Em entrevista recente à GQ, o ator revisitou o passado e relembrou momentos difíceis após perder os pais na adolescência.
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A mãe e o pai do ator morreram de câncer com um intervalo de dois anos e meio, quando ele tinha 14 e 17 anos, respectivamente.
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Ele contou: ?Antes, acreditava que era maduro por essas perdas precoces. Precisei me virar financeiramente; foi uma coisa meio selvagem, e criei uma casca dura. Mas era emocionalmente imaturo?.
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Alexandre Nero Vieira nasceu em Curitiba, Paraná, no dia 13 de fevereiro de 1970 e é pai de dois filhos, Noá, nascido em 2015, e Inã, nascido em 2018. Para o ator, a paternidade o fez amadurecer.
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Karen Brusttolin é mãe de seus dois filhos, atriz com quem ele é casado desde 2015.
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Nero é adepto da psicanálise e afirmou que vem aprendendo a lidar com o envelhecimento e a ressignificar a relação com a morte. Desde que virou pai, sua visão sobre o assunto mudou.
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?Não me assustava, mas, a partir do momento que tive os dois, falei: 'Não posso morrer'", ele declarou.
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Antes de começar a carreira de ator, Alexandre se dedicou exclusivamente à música por cerca de duas décadas. Começou aos 18 anos, tocando em bailes e bares de Curitiba. Pouco depois, ingressou no teatro com o objetivo de perder a timidez nas apresentações.
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Ele fundou, em 1994, a Associação de Compositores de Curitiba e produziu espetáculos musicais, discos de bandas e trilhas para produções audiovisuais.
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Ao longo da carreira musical, lançou cinco discos autorais: "Camaleão", "Maquinaíma", "Vendo Amor em Suas Mais Variadas Formas, Tamanhos e Posições", "Revendo Amor: com Pouco Uso, Quase Nada na Caixa" e "Quartos, Suítes, Alguns Cômodos e Outros nem Tanto".
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Ele disse: ?Foi meu hobby por muitos anos. Sempre brinquei de ser ator. Minha profissão era músico. Quando cheguei à Globo, a situação se inverteu?.
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O ator conquistou repercussão nacional em sua primeira novela na Globo como o verdureiro analfabeto Vanderlei em "A Favorita", embora o personagem tivesse pouca projeção.
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Já no ano seguinte, ganhou prestígio e reconhecimento no remake da novela "Paraíso", como o fiel escudeiro de Zeca, papel de Eriberto Leão.
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Em 2012, Nero foi convidado para atuar na novela "Salve Jorge", de Glória Perez. Ele deu vida a Stênio, um advogado vaidoso que mantinha constantes desentendimentos com a ex-esposa Helô, interpretada por Giovanna Antonelli.
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Seu papel mais icônico foi como o Comendador em "Império", seu primeiro protagonista em horário nobre, em uma produção que consolidou sua carreira na Rede Globo.
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Ele foi indicado ao Emmy Internacional de Melhor Ator em 2016 por sua atuação em "A Regra do Jogo", novela na qual interpretou Romero Rômulo e reeditou a parceria com Giovanna Antonelli.
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No cinema, participou de filmes como "Corpos Celestes", "Cilada.com", "Crô ? O Filme", "Muita Calma Nessa Hora 2", "Getúlio", "A Jaula" e "Sem Pai Nem Mãe", "Precisamos Falar", entre outros.
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