Marcas de refrigerante que ‘sumiram’ no Brasil

Por Flipar

Crush foi um refrigerante criado na Califórnia e produzido no Brasil por diferentes empresas, chegando a ter grande alcance nacional. Durante décadas, foi a principal concorrente da Fanta, destacando-se pelo sabor de laranja e pela forte presença nos anos 1980.
Foto de Erik Mclean na Unsplash
A produção brasileira foi encerrada nos anos 1990, quando as licenças locais deixaram de ser renovadas. Desde então, a marca deixou de ter fabricação regular no país, embora continue ativa em outros mercados, como EUA e Canadá.
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No início dos anos 2010, a Coca-Cola Norsa relançou a Crush de forma limitada no Nordeste, em sabores regionais como cajuína. A iniciativa, porém, durou pouco, e o refrigerante voltou a desaparecer das prateleiras brasileiras.
Reprodução das Redes Sociais
Lançado em 1979 pela Coca-Cola Company, o Guaraná Taí surgiu para substituir a antiga versão de guaraná da Fanta. O refrigerante conquistou popularidade nacional nos anos 1980, sendo lembrado por seu sabor leve e campanhas publicitárias marcantes.
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Com o tempo, a marca perdeu espaço para concorrentes e deixou de ter distribuição em todo o país. Hoje, o Taí ainda é produzido de forma limitada, com presença concentrada principalmente nos estados do Sudeste e em algumas regiões do Sul.
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O Gini é um refrigerante de limão criado na França e conhecido por seu sabor semelhante ao de uma limonada gaseificada. Tornou-se popular em alguns mercados internacionais, especialmente na Europa, sob a marca Orangina Suntory.
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No Brasil, teve presença limitada e desapareceu do mercado nas décadas finais do século XX. Atualmente, o Gini continua sendo vendido em países como França e Bélgica, mas não há produção ou distribuição regular no país.
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O Grapette chegou ao Brasil em 1948 por meio da Companhia de Refrigerantes Guanabara, no Rio de Janeiro, sendo um dos primeiros refrigerantes de uva no país
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O slogan ?Quem bebe Grapette repete!? ficou muito popular entre os brasileiros nos anos 60/70.
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A marca ainda continua em circulação, com variantes como uva verde e framboesa em alguns estados, embora não com a mesma presença nacional de antes
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O 7UP, marca internacional de refrigerante sabor limão, teve alguma distribuição no Brasil, mas não obteve boa aceitação e teve sua produção encerrada no país por volta de 1997
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Posteriormente, a fórmula simplificada foi utilizada para lançar a bebida H2OH! pela AmBev no Brasil, em substituição à 7UP.
Reprodução Divulgação 7Up
Produzida pela PepsiCo, Mirinda sabor laranja foi comercializada no Brasil entre cerca de 1996 e 1998.
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A marca foi retirada gradualmente do mercado para dar espaço à marca Sukita
Vis M/Wikimedia Commons
Lançado em 1977 pela Companhia Antarctica Paulista, teve grande popularidade nos anos 80 como refrigerante de sabor laranja.
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Com a fusão da Antarctica e da Companhia Cervejaria?Brahma que gerou a AmBev no ano 2000, a marca Pop Laranja foi descontinuada para favorecer outras marcas no portfólio
Reprodução Redes Socias
A Dolly foi um refrigerante brasileiro lançado em 1987 que chegou a ter forte presença no mercado de São Paulo, com grande visibilidade e o mascote ?Dollynho?
Divulgação
Porém, a marca enfrentou graves problemas judiciais e de imagem, o que fez com que gradualmente desaparecesse das prateleiras e deixasse de ter distribuição massiva.
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