Liniker faz história no Grammy; conheça a sua trajetória
Por Flipar
A cantora conquistou os gramofones nas categorias de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, por "Caju", Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa, e Melhor Canção em Língua Portuguesa, por ?Veludo Marrom?.
Reprodução do Instagram @linikeroficial
Além de Liniker, João Gomes, Jota.pê, Mestrinho, Luedji Luna, Hamilton de Holanda e Chitãozinho e Xororó foram alguns dos brasileiros que saíram premiados.
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O disco "Caju" também estava indicado nas categorias principais, como Álbum do Ano, Gravação do Ano, com ?Ao Teu Lado? e Canção do Ano, com ?Veludo Marrom?.
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Dessa forma, a conquista de três Grammys solidifica Liniker no cenário musical brasileiro e abre portas para o sucesso comercial e internacional.
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A turnê de Caju é dividida em quatro atos: O Sol Interno, O Alter Ego, O Retrogosto (que revisita álbuns como Indigo Borboleta Anil, Goela Abaixo e Remonta), e a Celebração.
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No momento, o álbum ultrapassou a marca de 160 milhões de plays nas plataformas digitais. "Caju" foi aclamado pela crítica, sendo eleito um dos melhores álbuns do ano pela Rolling Stone Brasil.
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Nascida em Araraquara (SP), Liniker foi criada pela mãe e teve uma infância marcada por brincadeiras de rua e pela música. Embora tenha mostrado talento vocal desde cedo, possuía certa timidez justamente por viver entre profissionais.
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Começou a ganhar projeção com a banda "Liniker e os Caramelows", entre 2015 e 2020. Afinal, os vídeos com suas interpretações do projeto ganharam milhões de visualizações rapidamente e passaram a chamar a atenção do grande público.
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Em 16 de setembro de 2016, a banda lançou seu álbum de estreia, intitulado "Remonta", gravado com ajuda dos fãs por meio do financiamento coletivo no Catarse.
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Após dois anos, no dia 22 de Março de 2019, lançaram o segundo álbum, "Goela Abaixo", com destaque para as músicas "Calmô" e "Intimidade".
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No início de 2020 em uma entrevista à Rolling Stone, Liniker e Barone, baixista e produtor do grupo, anunciaram a saída da cantora para uma carreira solo.
Reprodução do Instagram @linikernarua
"Indigo Borboleta Anil", de 2021, foi seu primeiro álbum solo, que lhe rendeu o primeiro Grammy Latino, em 2022, na categoria de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.
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Em 2023, tornou-se a primeira artista transgênero a ocupar a 51ª Cadeira da Academia Brasileira de Cultura. Sua obra musical mistura gêneros como MPB, soul e black music e aborda temas de identidade, amor e questões sociais.
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Com isso, sua trajetória é vista como uma inspiração para novas gerações e um símbolo de resistência e autenticidade. Em 2024, foi a primeira mulher trans a receber o título de cidadã soteropolitana.
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Nesse sentido, a artista esbanjou versatilidade ao atuar como a protagonista Cassandra na série "Manhãs de Setembro", da Amazon Prime Video, em 2021.
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Durante a premiação, a cantora revelou sua maior inspiração musical, Djavan: "Meu sonho é fazer uma colaboração com ele, sem dúvida", compartilhou a artista, que deseja criar uma composição inédita com o músico.
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Liniker, portanto, é uma das artistas mais influentes do mundo no cenário da música e uma ícone de representatividade para pessoas trans, negras e LGBTQIA+.