Elymar Santos ousou e venceu: cantor que bancou o próprio show para ganhar fama faz 40 anos de carreira

Por Flipar

O cantor, conhecido por interpretar Música Popular Brasileira e música romântica, nasceu no Rio de Janeiro, em 11 de outubro de 1952, no Complexo do Alemão, e também viveu em São Gonçalo do Sapucaí, no interior de Minas Gerais, cidade natal de sua mãe.
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Seu nome de batismo era Elimar, porém mais tarde, adotou Elymar, com ?y? como nome artístico.
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Seu estilo artístico mistura romantismo com interpretações de clássicos da MPB de diversos compositores nacionais, como Wando, Cazuza, Raul Seixas, Roupa Nova e Elis Regina, além de músicas internacionais, como ?Corazón Partido?, de Alejandro Sanz.
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Elymar iniciou sua carreira como cantor ainda adolescente com apresentações em bares e churrascarias, e ganhou destaque ao vencer concursos de calouros nos programas de Chacrinha e Flávio Cavalcanti.
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Antes de desenvolver seu estilo próprio, ele imitava seu ídolo Cauby Peixoto.
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Um momento decisivo para a sua carreira ocorreu em 1985, quando ele alugou o Canecão no Rio de Janeiro para se apresentar e lotou a casa, o que impulsionou fortemente sua carreira.
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Sua discografia é ampla. Ele já lançou mais de 50 LPs, CDs e DVDs. Títulos como "Missão", "Mais Popular" e "Na Pele do Tambor" são sempre lembrados.
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Alguns de seus maiores sucessos incluem ?Escancarando de Vez? e ?Amor Proibido?. Outras músicas que marcaram sua trajetória são ?Dona?, ?Sonhar Contigo?, ?Fogo de Paixão?.
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Em 1994, após a morte do piloto brasileiro de Fórmula 1, Ayrton Senna, Elymar compôs a música ?Guerreiros Não Morrem Jamais? em homenagem ao atleta.
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Além de cantor, Elymar atuou no teatro e em musicais com participações em obras como a ópera-rock "Evita", interpretando o personagem Che Guevara.
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Entre a década de 1990 e os anos 2000, Elymar foi homenageado quatro vezes por diferentes escolas de samba durante o Carnaval brasileiro, incluindo a Império da Tijuca, que apresentou em 1998 o enredo ?Elymar Superpopular?.
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Em São Paulo, a escola Camisa Verde e Branco usou temas relativos a Elymar em sua homenagem.
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Em relação à vida pessoal, Elymar trata da vida privada com discrição. Mas já declarou publicamente ter enfrentado problemas de saúde mental, como depressão, especialmente durante a pandemia, quando ficou sem shows e com dificuldades financeiras.
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Também já revelou que desistiu de procurar seu pai biológico, mencionando ser filho de doméstica e ter passado parte da vida sem ter identificado seu pai.
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Elymar também desenvolve ações sociais: em momentos de crise, distribuiu cestas básicas e brinquedos, e participou de iniciativas filantrópicas, especialmente em comunidades carentes no Rio de Janeiro.
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