A principal inovação do RoboFalcon 2.0 é um mecanismo único que combina três movimentos (bater, varrer e dobrar) em um único ciclo, algo inédito na robótica.
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Apesar dos avanços, os robôs ainda podem precisar de auxílio para a decolagem em alguns cenários.
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O estudo foi desenvolvido pela Northwestern Polytechnical University, que fica em Xi?an, capital da província de Shaanxi.
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Essa não é a primeira vez que cientistas desenvolvem robôs inspirados em aves. Em dezembro de 2024, cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausana (EPFL), na Suíça, apresentaram o RAVEN.
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O design foi baseado em movimentos de corvos e gralhas.
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Seu sistema de pernas, que imita as articulações de aves, permite que ele impulsione seu voo com um salto, economizando energia e alcançando lugares inacessíveis para drones tradicionais.
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O objetivo principal é expandir as capacidades dos drones para missões de resgate, inspeção e monitoramento em terrenos complexos e de difícil acesso.
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Além disso, a pesquisa sobre o princípio de "rigidez variável" das pernas do robô tem potencial aplicação no desenvolvimento de próteses e dispositivos de mobilidade na área da saúde.
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Segundo seu desenvolvedor, o drone tem aplicações científicas, educacionais e práticas, como afastar aves em aeroportos ou permitir voos discretos.