Saiba como o esporte uniu comunidades e abriu horizontes na Amazônia

Por Flipar

As cidades de Terra Santa e Faro, além do distrito de Porto Trombetas, no município Oriximiná, carregam forte relação com os rios e o transporte fluvial, paisagens marcadas por floresta, igarapés e comunidades ribeirinhas, além de clima, cultura e modos de vida profundamente ligados à Amazônia.
Divulgação/De Peito Aberto
Nos três locais, o Projeto Esporte na Cidade, realizado pela organização social De Peito Aberto, ganhou terreno e, em 2025, celebra 14 anos de existência, com impacto na vida de crianças e adolescentes. A iniciativa conta com patrocínio da Mineração Rio do Norte, da Elo, da White Martins e da Itaipu Norte, empresa do Grupo WLM, por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte.
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Atualmente, o projeto atende 100 alunos em Terra Santa, 50 em Faro e 100 em Oriximiná (Porto Trombetas) entre 7 e 17 anos, com aulas gratuitas de iniciação esportiva e atividades de convivência que reforçam a permanência na escola.
Crianças do projeto "De Peito Aberto" - Divulgação/De Peito Aberto
O núcleo de Terra Santa é um dos mais antigos do país e simboliza a atuação da De Peito Aberto na Região Norte, em paralelo com as ações em Faro, Porto Trombetas e Barcarena. As modalidades contempladas são futsal, handebol, basquete e vôlei. Em Terra Santa, um dos nomes mais identificados com o projeto é a professora Simone Rego, de 46 anos, que testemunhou histórias de vida renascendo por meio da educação esportiva.
Divulgação/De Peito Aberto
Simone nunca esqueceu o dia em que os primeiros alunos conquistaram vagas em universidades ? um marco que mostrou a força da dedicação e do apoio coletivo. A educadora também se emocionou ao reencontrar gerações dentro do próprio projeto, mostrando que o ?Esporte na Cidade? construiu raízes que atravessam o tempo.
Divulgação/De Peito Aberto
Uma das histórias mais marcantes para Simone foi a de uma jovem que, ao participar do projeto, descobriu novas formas de agir, conviver e acreditar no seu próprio futuro. Antes agressiva, a aluna encontrou no esporte um caminho de amadurecimento e superação, mostrando que quando há acolhimento, toda mudança se torna possível.
Divulgação/De Peito Aberto
Mais do que esporte, as atividades estimularam respeito, cooperação e consciência ambiental, valores que acompanham os alunos para muito além das quadras. Com modalidades como futsal, basquete, vôlei e handebol, o projeto ampliou horizontes, criando oportunidades para que cada jovem descobrisse seus talentos e paixões.
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Ao longo de 14 anos, mais de 4.800 crianças e adolescentes foram impactados, mostrando a força de uma iniciativa que trabalha educação de forma integral. A De Peito Aberto, com quase duas décadas de atuação, já beneficiou mais de 67 mil jovens no país, conectando esporte e inclusão em comunidades de diferentes realidades.
Divulgação/De Peito Aberto
Durante a COP-30, o diretor-presidente da De Peito Aberto, Wenceslau Madeira, integrou a delegação brasileira em Belém, reforçando o compromisso da instituição com o desenvolvimento humano e social da Amazônia.
Divulgação/De Peito Aberto
?É uma honra fazer parte do maior evento global sobre mudanças climáticas, levando nossa missão de transformação social através do esporte e da educação", disse Wenceslau Madeira. "Na De Peito Aberto, acreditamos que cuidar das pessoas da Amazônia significa cuidar também do meio ambiente. A transformação social e o carinho com nossas crianças é o que garantirá o futuro sustentável dessa região tão valiosa do nosso país?, completou o diretor-presidente da De Peito Aberto.
Divulgação/De Peito Aberto

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